Um pequeno rapaz, chamado Joel, era filho de uns pais muito pobres, mas que faziam de tudo para o bem-estar do filho.
Certo dia, Joel sentiu-se mal por saber que os pais
trabalhavam até tarde e que ele não ajudava. Foi então que teve uma excelente
ideia. Pegou no seu violino, comprado com as poupanças dos pais, e foi para a
rua tocar.
Quando chegou à rua, tímido, com algum frio, abriu a sua
caixa do violino, começando a tocar. Algumas pessoas passavam, dando dinheiro,
outras limitavam-se a ouvir e algumas simplesmente ignoravam o rapaz.
Passada meia hora, o rapaz começava a perder aquele sorriso
inicial. Começara a tremer com o frio, pois já estava a anoitecer. Foi então
que decidiu tocar a última peça que tinha preparada, pensando «os meus pais vão
ficar tão contentes com estes trocos».
A certa altura, um senhor, com bom aspeto, ao passar perto
de Joel, pára, imóvel, e delicia-se com a peça. Mal
o artista terminou, o senhor, que escutava encantado, disse-lhe que era uma
espécie de «caça-talentos», e que procurava um violinista. Também lhe perguntou
se estava interessado em ser esse violinista. Joel respondeu de imediato
que sim, sem pensar duas vezes. O senhor agradeceu e deu o cartão da sua
agência de talentos ao rapaz, e pediu-lhe para mais tarde o contactar.
Mal Joel chegou a casa, contou as novidades aos pais, e
estes ficaram boquiabertos e abraçaram-se entre si.
Texto sujeito a ligeiras alterações
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