sexta-feira, 13 de junho de 2014

O mundo do 7ºA


Como eu era, no que pensava, o que fazia … em 2013/2014
 

Num segundo…

... Termina e começa uma nova etapa da nossa vida. (Sara)

… Um aluno de natação bate o seu recorde. (Laura)

... Uma menina corre atrás do seu lenço, que é levado pelo vento. (Maria João)

… Uma onda destrói um café de praia. (Inês)

… De um belo violino, sai uma nota musical. (Sofia)

...Um homem é eleito presidente no Egito. (Frederico)

… Uma pétala cai e é levada pelo vento. (Mariana)

… Um aluno espirra numa sala de aula. (Ana Sofia)


 ... Uma senhora dá vida a um pequeno ser. (Rodrigo)


… Um homem dá um mergulho a oeste do Havai. (João Pedro)

 

... Um grupo de rapazes corre atrás de uma bola. (Ana Filipa)

 

… Um peixe cai numa cascata. (Afonso)

… Uma mulher tira uma fotografia. (Camila)

... Um aluno chega atrasado à aula de Português. (João Luís)

Num minuto…

 

… Uma floresta arde. (Laura)

… Um rapaz chuta uma bola que desce lentamente pela rua e cai num buraco. (Maria João)

… Uma menina toca uma melodia e toda a gente começa a dançar. (Mariana)

… É lançado um foguetão com mais um satélite para o espaço. (Inês)

… Anoitece, e o céu estrelado aparece. (Sofia)

... Um homem é assassinado na esquina da rua. (Frederico)

… Um jovem salva a vida de uma criança. (Ana Sofia)

… A chuva passa de pingas para chuviscos e depois para chuvada. (João Pedro)

... Os automóveis param e arrancam no trânsito de uma estrada na América. (Ana Filipa)

… Um aluno entra na sala pela 1ª vez. (Afonso)


... Uma pizza chega e a família junta-se para terem um momento em comum. (Rodrigo)

… Um rapaz aquece uma pizza. (Camila)

… Algures em França, um homem é atropelado por um condutor distraído. (João Luís)


Num minuto um menino respira alegria, como no outro respira tristeza. (Sara)


Passámos juntos muitos segundos, muitos minutos… mas agora é altura de boas férias e de boas leituras!

 

Imagem retirada de http://www.planetatangerina.com/pt/

O mundo do 7ºB



Como eu era, no que pensava, o que fazia … em 2013/2014.





Num segundo…


... Um aluno abre o estojo. (Duarte)

... Um bebé abre os olhos pela primeira vez. (Filipa)

...Um rapaz sabe que perdeu o cão. (Mara)

... Uma criança recusa-se a comer, outra morre à fome. (Sérgia)

… Um homem prepara um foguetão (um segundo para a ignição!). (Gonçalo)

... Uma borracha desfaz-se em mil bocadinhos. (Ana Catarina)

 

… Um avião descola na Islândia. (João Paulo)

… Um miúdo começa ler a primeira página de um livro. (Simão)

… Alguém espirra no Pólo Norte. (Maria João)

... Um rapaz acaba de dar a última trinca no gelado. (Artur)


O mundo num minuto...

 

... Um aluno escreve o sumário. (Duarte)
... Uma menina rega as plantas na varanda. (Ana Catarina)

... O sol nasce numa manhã de inverno. (Sérgia)

… Um Tsunami arrasa uma cidade. (Gonçalo)

… Um computador antigo liga-se. (João Paulo)

… Uma mulher acaba de receber o Euro milhões. (Simão)

… Um avião pousa na terra. (Maria João)

… Um jogador prepara-se para bater um livre, dá cinco passos para trás, o árbitro apita, ele avança e manda um chuto fortíssimo, atirando a bola para as redes da baliza. (Artur)

... Um dia de sol passa a ser de chuva. (Filipa)

... Um aluno arruma as suas coisas. (Mara)

 

Passámos juntos muitos segundos, muitos minutos… mas agora é altura de boas férias (e boas leituras)!






Imagem retirada de http://www.planetatangerina.com/pt/

terça-feira, 10 de junho de 2014

Cenário de correção do teste do 7ºB


Grupo I

Texto A

  1. Os apartes correspondem a momentos em que a ação se suspende e  os atores se dirigem diretamente ao público.
  2.  

    1. Jerónimo e Agapito são dois homens pouco instruídos. Jerónimo é simples e inculto, ao contrário de Agapito, que é mais esperto.
    2.  Jerónimo julga que a Lua é um homem. Agapito não acredita e tenta fazê-lo ver que está enganado.
  1. Trata-se da pessoa indicada por ser, justamente, um astrónomo, que conhece “os astros todos” e “o céu [de] ponta a ponta”.
     
  2. Jerónimo refere-se ao óculo como “coisa” e “canudo”, referindo-se-lhe como esquisitice (“Parece-me isto esquisito.”) e receando que dispare (“Achas que isto não dispara?”). Agapito censura a sua ignorância (“Tu não podes ‘star calado?/Era bom que fosses mudo.” e “Tem vergonha nessa cara!”)
     
  3. a. V - Através do óculo vê-se a Lua como ela é, desfazendo as ilusões.
     

  1. F – O conhecimento científico contradiz o que a sombra parece à primeira vista.
  2. F – A Lua vista pelo óculo é, na opinião do astrónomo - um homem de ciência – extremamente bela (“ e digam se não é bela”)
  3. V – A Lua, tal como é na realidade, supera em beleza o que o desconhecimento fez Jerónimo imaginar.
     
    Texto B
     

  1. O sujeito poético está feliz por ter nascido no tempo dos homens-rã, que têm a possibilidade de descer ao fundo do mar.
  2. Os homens-rã movimentam-se no “mar perdido”, onde as águas são tranquilas e habitadas por peixinhos de diversas cores, que navegam em filas.
    8.1. A expressão “pulmões a tiracolo” refere-se ás garrafas de oxigénio utilizadas pelos mergulhadores que descem a águas profundas.
    8.2. O recurso expressivo em causa é uma metáfora.
    9.  b
    10. c
    11. a (a rima usada na terceira estrofe…)
     
    Grupo II
     

  1. a.  presente do conjuntivo
  2. a. veem; espantam-se b. exercia c. temessem
  3.  

  1. Agapito é teimoso, mas Jerónimo não é melhor.
  2. Rómulo de Carvalho ensinava de dia e António Gedeão escrevia à noite.
  3. O professor de Físico-Química era muito querido pelos seus alunos, pois ensinar era a sua paixão.

  1. a. Quando o homem conquistou a lua em 1969, a Paula era bebé.
    b. Não saí este fim de semana, porque estava a chover.
     
  2. 1. (b); 2. (e); 3. (g); 4. (a); 5. (d)
     
  3. a. O Astrónomo é um homem sábio.
    b. O homem-rã poveiro singrou.
     
    Grupo III
     
    Resposta livre

sábado, 7 de junho de 2014

Cenário de correção do teste do 7º A (por tópicos)




Texto A
    1. O sujeito poético diz ao pescador para ter cuidado.
    2.  Os perigos que o pescador enfrenta são “o céu nublado”, o canto da sereia - que pode fazer com que a rede se enrede nela e levando à perda do remo e da vela.
       
  1. A repetição mostra que o eu lírico poético considera urgente que o pescador fuja.
  2. O refrão é “Oh pescador”.
  3. a.
  4.  b.
     
    Texto B
  5. Os dois textos têm um tema comum, pois em ambos se referem os perigos do mar (o céu nublado e as sereias, no caso do texto A; as tempestades, no caso do texto B).
  6. 7.1. No texto há várias didascálias, entre as quais “(Sai)” ou “(Entra o Contramestre)”.
    7.2. As didascálias são importantes para o encenador pôr o texto em cena e para os atores saberem que gestos e movimentos hão de fazer e quando devem entrar e sair de palco.
8. A tempestade é muito violenta, as ondas são “altíssimas”, o vento é muito forte e as ondas são tão grandes que ameaçam fazer encalhar o barco.
9. a. E c.
10. As frases que mostram a impaciência do Contramestre são “Vão mas é para as vossas cabinas.” E “Ai que aqui só estão a atrapalhar.”
11. Gonzalo mostra acreditar na perícia do Contramestre e ter confiança nele, como se comprova nas afirmações “Este homem dá-me bastante segurança. Não tem ar de quem há-de morrer afogado.”
Grupo II
 
  1. a. Pretérito mais que perfeito simples do indicativo, na 3ª pessoa do singular
    b. Presente do conjuntivo, 3ª pessoa do plural
     
  2. a. caem; salvam-se
  1. fizeram; abrigaram-se
     
     
  1. a. copulativo
  1. transitivo direto
  2. intransitivo
     
  1. a. A autora adaptou a peça de Shakespeare, mas não mudou a linguagem nem o conteúdo.
    b. Esta peça de teatro foi escrita por Hélia Correia e encenada por João Ricardo em 2005.
    c. O Contramestre era sincero, pois disse sempre a verdade aos seus homens.
     
  2. a. Quando a tempestade aumentou, o barco naufragou.
    b. Gonzalo obedece ao Contramestre, porque este lhe dá segurança.
    6. 1-b; 2-e; 3-c; 4. G; 5-a
     
  3. a. O Contramestre é um líder corajoso.
    b. O pescador poveiro salvou-se.
     
    Grupo III
     
    Resposta livre



terça-feira, 3 de junho de 2014

Biografia de Stradivari


   O seu nome confunde-se com a história da música... Conhecido como o melhor construtor de instrumentos de cordas de sempre, a ele se deve o nome dos violinos mais desejados por qualquer violinista.
   António Giocomo Stradivari (filho de Alessandro Stradivari), nasceu a 1644 em Cremona, onde viveu durante toda a sua vida. Sabe-se pouco sobre a sua infância e juventude.
   Começou a sua carreira a trabalhar na oficina do Mestre Nicolo Amati, com quem aprendeu a arte de fazer instrumentos de cordas. Tinha 40 anos quando o seu mestre morreu.
   A partir de 1685 começou a produzir um tipo de violino ligeiramente maior e com melhor sonoridade. Com a ajuda dos seus filhos Francesco e Omobono atinge o auge da sua carreira entre 1700 e 1722, altura em que cria as suas obras-primas: "Viotti” (1709), “Vieux temps” (1710), “Troppo Rosso” (1713), “Delfim” (1714)“Alard” (1715) e “ Messias” ( 1716).
Ainda hoje não se descobriu o segredo para o sucesso de Stradivarius.
Ele dedicou-se à arte de fazer instrumentos de cordas durante mais de 70 anos, sendo ainda hoje utilizados cerca de 600 instrumentos.
 

domingo, 1 de junho de 2014

Do simples ao complexo


Nas coisas mais simples,
estão as mais complexas,
as pessoas complicam
e a simplicidade desaparece



Leonor



sexta-feira, 30 de maio de 2014

Uma questão de tempo

Um infinito temporário 
Um curto longo
Um longo curto 
Uma rápida eternidade
Um longo instante
Um fim sem começo
É tudo uma questão de tempo 
 
Sofia

A vida sem fim (no meu jardim)


 Vê-se um sorriso,
  Vê-se uma lágrima,
  Vê-se o sol,
  Vê-se a lua.
E aqui sentada
No meu jardim,
Penso na vida sem fim.
Inês

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Biografia


A Ana Margarida  (mais conhecida por Maggie) nasceu a 17 de agosto de 2003 na freguesia de S. Lázaro em Braga.

A Margarida é de estatura média e magra. Tem olhos azuis e usa uns óculos cor de rosa da Hello Kitty.

                Reside numa vivenda, perto do Pavilhão de Lamaçães, com os seus pais e irmã.

                A Maggie frequenta o Colégio Teresiano em Braga desde os 3 anos, estando agora no 5º ano de escolaridade.

                De 2007 a 2008 praticou ballet como atividade extra curricular no Colégio Teresiano, mas foi em 2010 que ela encontrou a sua paixão, a ginástica artística. Pratica ginástica artística  na Escola Secundária Alberto Sampaio (ESAS).Com o clube Artigym tem participado em diversos campeonatos na Maia, Anadia, Braga e Porto, onde já arrecadaram algumas medalhas e taças.

                A Maggie é católica e frequenta a catequese na Igreja de S. Vítor. No ano de 2008 fez a sua primeira comunhão no Seminário da Nossa Senhora da Conceição.

Sol & Lua


Sol e Lua

Ele gosta dela

Ela não gosta dele

Ele ilumina-a

Mas ela ignora-o

 

Ele gosta de luz

Ela gosta de escuridão

Ele diz bom dia

Ela diz boa noite

 

Ele dá bom tempo

Ela ilumina a noite

 

Ele faz as plantas crescerem

Ela faz as crianças dormirem

 

Ele marca o início do dia

Ela o final

 

São completos opostos,

Um do outro

Mas a verdade é que,

Um sem o outro,

Não poderiam viver.

Frederico

Matilde Variações

"Eu só estou bem onde não estou
E só quero ir a onde não vou"
Quando estou alegre choro
E quando estou triste rio

Só quero beber do que não gosto
E comer o que não devo
Quero acabar este poema
E não quero acabá-lo
Tenho um grande problema
Não tenho nenhum problema

terça-feira, 27 de maio de 2014

Comentário a "Let's call the whole thing off


A música "Let's call the whole thing off", com Fred Astaire e Ginger Rogers, é muito bonita de se ouvir, pois tem uma letra engraçada e divertida. A forma como eles debatem aquilo que estão a dizer um ao outro é alegre e expressiva.
A música, em si, transmite tranquilidade, um sentimento de amizade entre eles, sem que se zanguem, ou seja, cada um respeita o outro sem haver desentendimento.
Como dizem, a vida é curta, logo não há razões para que se aborreçam porque isso é perda de  tempo.

Conforme diz no livro «A magia da Música»:

«Quando ouvimos música,

Apercebemo-nos que cada nota,

Cada batida está relacionada

Com a anterior; cada corda

Apoia-se na interdependência

De várias notas diferentes.

Escuta nesses acordes a música

Da própria vida, e celebra

A tua ligação com os outros.  
Ana Sofia

domingo, 25 de maio de 2014

A infância


A infância é feliz e tranquila,
por vezes um pouco confusa
Porque queremos tudo ou não queremos nada
Somos livres de sonhar
e prisioneiros de sujar.

 

Sorrir, correr e saltar
tropeçar, cair e chorar
É assim a toda a hora
sem ter tempo de olhar para trás
só sobra tempo para descansar.

 

A infância é tudo isto,
ou é, ou deveria ser
É ter direito a ser criança,
é ter direito de crescer.

Maria

Tu e eu


Quando tu paras
Eu sigo,
Quando eu digo “bom dia”
Tu dizes-me “boa noite”
Eu fico triste
E tu contente,
Vou -me embora
E tu pedes-me para ficar
Aí eu digo “adeus”
E tu dizes-me “olá”.

Mariana

Que estranha previsão


Que estranha previsão
Chuva, frio e vento
Como vai torta a estação
Foi-se o bom tempo
 
 
Em vez da chegada do verão
Com calor e os gelados
Voltou o inverno papão
Os casacos e os oleados

Simão

Ambição petulante


Com excesso e sobriedade,

Vivemos um secreto e aparente

Desejo de evolução convertido em queda.

Neste alegre e entediado país,

Em humilde e pretensiosa evolução,

Em corajosos e receosos dias,

De resultado estimulante e tão feio.

 

 

                                          Artur

A procura da felicidade


Queria ser feliz!

Porque julgava ser infeliz,

Mas foi por um triz,

Que me vi, bem longe de ver

E de poder entender

O que parecia incompreensível.

Que a minha felicidade

Pensava eu, que não era minha

Já me pertencia há muito tempo.

Rapidamente entendi que ela,

A felicidade que eu julgava longe

Sempre esteve bem perto de mim

Apenas necessitava do já existente,

A minha família.

Junta e feliz!

Ana Sofia

O João Paulo conhece uma rapariga que...


Uma rapariga que eu conheço

Fazia como faz o cata-vento:

Ora chorava se estava sozinha

Ou sozinha ria um bocadinho.

Se dava sol choramingava,

Choramingava se chuviscava,

Enfim, chorava por tudo e por nada.

João Paulo

Comentário a "Let's call the whole thing off"


Para além do poema, a Inês decidiu fazer uma apreciação da letra da música que publiquei no blogue. Muito justo, ora leiam:

"Eu gostei muito da música de Cole Porter, interpretada pelo dueto Fred Astaire e Ginger Rogers, por ter uma letra engraçada e divertida. As mesmas palavras pronunciadas de forma diferente podem provocar discussões desnecessárias que afastam as pessoas. No entanto, se gostarem verdadeiramente umas das outras, podem divertir-se com essas diferenças e ultrapassá-las.
Para mim é importante que as pessoas mantenham as suas diferenças de personalidade e que não se sintam obrigadas a mudar só por que as outras querem. Devem fazê-lo se desejarem, mas nunca por serem pressionadas."
Inês

Ou isto ou aquilo


Ou se tem chuva ou não se tem  sol,
ou se tem sol ou não se tem chuva!
Ou se  calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!
Quem sobe nos ares não fica no chão,
Quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!
Ou guardo dinheiro e não compro doce,
ou compro doce e não guardo dinheiro.
Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...
e vivo escolhendo o dia inteiro!
Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranquilo.
Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.

 

Cecília Meireles

sábado, 24 de maio de 2014

5º teste de avaliação

Neste teste haverá não um, mas dois (2) textos para analisar.


1  texto dramático


1 texto poético


Como se trata do último teste, pode sair tudo o que estudámos até ao momento. No entanto, será dado especial destaque a


  • funções sintáticas
  • tempos e modos verbais
  • subclasses do verbo (principal:  intransitivo, transitivo direto e/ou indireto; auxiliar, copulativo)
  • frase complexa (todas as conjunções e orações coordenativas; orações subordinadas adverbiais causais, temporais e subordinadas adjetivas relativas


Devem reler as seguintes páginas de "A minha gramática":


pp. 248 (a partir de 3.1.), 249 e 250 (apenas até 3.4.)
p. 275
pp. 282-288


bem como a Autoavaliação:


pp. 197-198
pp. 156-157




Devem fazer as seguintes tarefas do Caderno de Atividades:


pp. 27-31: todos os exercícios
p. 32: apenas os exercícios 13,14
p. 33: apenas o exercício 16
p. 51: apenas os exercícios 3 e 4
p. 52: todos os exercícios
pp. 59-63: todos os exercícios
p. 64: apenas o exercício 2
p. 69: todos os exercícios










Crescer


Crescer é saber ouvir,

Crescer é saber falar.

Crescer é ser responsável, estudar, trabalhar!

Mas permanece a criança que quer brincar, correr, saltar…

 

Crescer também é sonhar.

Nem dar pelo tempo a passar,

Tantas coisas para fazer,

Tantas coisas para viver.


Inês