No
tempo do Feudalismo, havia uma guerreira chamada Olga. Olga era búlgara, e
vivia na cidade de Dubkee, governada por seu pai.
Certo
dia, a cidade fora atacada pelas tropas da Ordem, originárias da cidade de
Strumburg. Durante essa batalha, centenas de soldados foram mortos, dezenas de
casas foram destruídas e o governador fora ferido, ao ponto de não ser capaz de
governar a cidade. Olga tornou-se governadora da destruída Dubkee.
Olga
tratou de ver como estavam as tropas. Apenas duas dúzias de arqueiros e de
milícias restavam. A governadora decidiu reconstruir o seu exército com
cidadãos da cidade.
Os
edifícios foram reconstruídos, o exército foi recuperado e Olga estava pronta
para partir com o seu exército para Sturmburg. Durante a longa caminhada
pararam em Zlatograd, onde Olga comprou armaduras e armas mais eficazes. Todo o
ouro foi gasto. Seria o tudo ou nada para Dubkee. Pararam também em Dobrov, uma
das cidades mais próximas de Strumburg.
Finalmente,
avistavam-se as muralhas de Strmburg. Estava na hora. Strumburg lançou os seus
soldados, claramente mais fortes do que o exército de Olga. Mas Olga não iria
cruzar os braços. Reuniu-se com o exército e usou a sua inteligência para
delinear uma estratégia.
Os
arqueiros – Olga também o era – ficariam atrás. De seguida, viria a segunda
ordem de milícias, equipadas com armas para matar os espadachins de Strumburg.
A primeira ordem de milícias possuía escudos contra as facas de arremesso e,
como arma, um machado.
A
estratégia de Olga funcionou. Os
soldados de Strumburg, aparentemente mais fortes, foram derrotados. Olga tinha
conquistado uma das cidades mais poderosas da Ordem. Olga recuperou o seu
exército e voltou para Dubkee, onde todos a receberam em festa. Mais tarde, uma
estátua em sua honra foi construída.
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