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terça-feira, 3 de junho de 2014

Biografia de Stradivari


   O seu nome confunde-se com a história da música... Conhecido como o melhor construtor de instrumentos de cordas de sempre, a ele se deve o nome dos violinos mais desejados por qualquer violinista.
   António Giocomo Stradivari (filho de Alessandro Stradivari), nasceu a 1644 em Cremona, onde viveu durante toda a sua vida. Sabe-se pouco sobre a sua infância e juventude.
   Começou a sua carreira a trabalhar na oficina do Mestre Nicolo Amati, com quem aprendeu a arte de fazer instrumentos de cordas. Tinha 40 anos quando o seu mestre morreu.
   A partir de 1685 começou a produzir um tipo de violino ligeiramente maior e com melhor sonoridade. Com a ajuda dos seus filhos Francesco e Omobono atinge o auge da sua carreira entre 1700 e 1722, altura em que cria as suas obras-primas: "Viotti” (1709), “Vieux temps” (1710), “Troppo Rosso” (1713), “Delfim” (1714)“Alard” (1715) e “ Messias” ( 1716).
Ainda hoje não se descobriu o segredo para o sucesso de Stradivarius.
Ele dedicou-se à arte de fazer instrumentos de cordas durante mais de 70 anos, sendo ainda hoje utilizados cerca de 600 instrumentos.
 

sexta-feira, 30 de maio de 2014

A vida sem fim (no meu jardim)


 Vê-se um sorriso,
  Vê-se uma lágrima,
  Vê-se o sol,
  Vê-se a lua.
E aqui sentada
No meu jardim,
Penso na vida sem fim.
Inês

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Sol & Lua


Sol e Lua

Ele gosta dela

Ela não gosta dele

Ele ilumina-a

Mas ela ignora-o

 

Ele gosta de luz

Ela gosta de escuridão

Ele diz bom dia

Ela diz boa noite

 

Ele dá bom tempo

Ela ilumina a noite

 

Ele faz as plantas crescerem

Ela faz as crianças dormirem

 

Ele marca o início do dia

Ela o final

 

São completos opostos,

Um do outro

Mas a verdade é que,

Um sem o outro,

Não poderiam viver.

Frederico

Matilde Variações

"Eu só estou bem onde não estou
E só quero ir a onde não vou"
Quando estou alegre choro
E quando estou triste rio

Só quero beber do que não gosto
E comer o que não devo
Quero acabar este poema
E não quero acabá-lo
Tenho um grande problema
Não tenho nenhum problema

domingo, 25 de maio de 2014

Que estranha previsão


Que estranha previsão
Chuva, frio e vento
Como vai torta a estação
Foi-se o bom tempo
 
 
Em vez da chegada do verão
Com calor e os gelados
Voltou o inverno papão
Os casacos e os oleados

Simão

Ambição petulante


Com excesso e sobriedade,

Vivemos um secreto e aparente

Desejo de evolução convertido em queda.

Neste alegre e entediado país,

Em humilde e pretensiosa evolução,

Em corajosos e receosos dias,

De resultado estimulante e tão feio.

 

 

                                          Artur

sábado, 24 de maio de 2014

Um choro, um sorriso

No meio de um choro
surge um sorriso
No meio de uma tempestade
um raio de sol
E será isto um sinal
para percebermos que no mal
há sempre um momento fenomenal?


Jéssica

terça-feira, 29 de abril de 2014

Ditoso, o Frederico


Ser "ditoso", para mim é, imprescindível. Mas também é relativo. O que me faz feliz a mim pode aborrecer o que vem comigo no autocarro. Para mim, ser feliz é ter sempre uma coisa ou pessoa a, digamos, amparar a queda. E agora a professora pensa que eu tenho uma obsessão por chão, que, já agora, não se verifica. É saltar de um muro de dois metros e não me magoar.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Ditosa, a Teresa


O que me faz sentir feliz é poder ver o sol todos os dias, a chuva, o vento. É poder sentir as coisas boas da vida. É o amor que a minha família me dá. É poder ver as fotografias do passado, sem pensar nas coisas más. Ser feliz é pensar no futuro sem olhar para trás. Pensar nas coisas boas da vida que ainda tenho pela frente.

O comentário da Francisca

Este pequeno excerto fez-me sentir livre, com vontade de viver! Seguir em frente (com isto, dizer: ultrapassar os meus medos!)
Fez-me sentir ditosa, ou seja, feliz, inspirada, e pronta para derrubar novos obstáculos! 

terça-feira, 1 de abril de 2014

As vicissitudes por que "O pianista" passou, vistas pela Jéssica

Tinha perdido tudo. Estava sozinho, dependente de mim. Tinha fome, frio e estava farto daquilo tudo. Estava farto da guerra, da morte, da destruição. Estava farto dos gritos, do choro, da tristeza,…
Encontrei uma casa, já toda destruída pelas bombas. Procurei algo para comer e encontrei uma lata de pepinos.
Tentava abrir a lata, no meio do desespero em que me encontrava, quando olhei em frente e vi um homem alto de uniforme… Era um alemão. Pensei que ia morrer nesse momento, mas não. Ele perguntou-me quem eu era e o que fazia ali. Disse-lhe que era um pianista judeu. Então, ele dirigiu-se a uma sala onde havia um piano e pediu-me para tocar. Ficou tão emocionado que, até acabar a guerra, me ajudou levando-me alimentos.
Esta ação demonstra que no meio de uma guerra não há “só bons” nem “só maus”. Apenas mostra que cada um tem o seu coração.
Jéssica
(texto editado)

A angústia de "O pianista", narrada pela Ana Catarina

O meu nome é Szpilman e sou pianista. Estou aqui para vos contar um episódio que me marcou.
         Bem, foi um dos piores momentos da minha vida. Eu e a minha família estavávamos em direção ao nosso fim. Sabíamos que íamos morrer. Estávamos na fila, quando um guarda me puxou para trás, ajudando a salvar-me. Enquanto isto, avistava o resto da minha família a ir para o campo de concentração. Não pude fazer nada. Sentia-me arruinado, em baixo, a cada passo que dava era maior o desespero.
         Era tanta a angústia, só de pensar que naquele momento tinha acabado de perder um dos meus maiores bens...
         A família é o maior tesouro que a vida nos dá, pois estão sempre prontos a ajudar nos bons e maus momentos. Não tenho palavras para descrever a família, pois os sentimentos não se veem com os olhos, mas sim com o coração. Sinto-me sozinho no mundo.
 
Ana Catarina

sexta-feira, 28 de março de 2014

O que o Simão viu de "O pianista"


Chamo-me Wladyslaw Szpilman, sou um pianista judeu e trabalho na famosa rádio polaca de Varsóvia. Já passei por muito na altura da Guerra Mundial, quando era perseguido. Vou contar-vos um episódio que se passou comigo.
Quando os alemães já tinham exterminado todos os judeus na Polónia, eu continuava escondido no hospital. Decidi ir ao quartel dos alemães para ver se havia algo para comer. Quando cheguei lá, vi um piano e comecei a tocar até que, quando dei por ela, tinha um alemão a ouvir-me. Nessa altura pensei que me ia matar, mas, pelo contrário, ajudou-me, deu-me comida e ainda um abre-latas.
Os dias foram-se passando e ele dizia-me para ficar mais tempo escondido no sótão, afirmando que me vinha trazer comida, e assim sucedeu. Passadas as duas semanas, a guerra tinha acabado e eu consegui sobreviver. 
 
Simão
(texto editado; conteúdo não totalmente compatível com o filme)

O Artur narra "O pianista" na 1ª pessoa


Eu estava escondido num prédio e, de repente, ouvi o bater da porta. Levantei-me em sobressalto e apercebi-me de que se tratava da senhoria, que vinha pedir-me a renda. Consegui reunir todos os meus bens num saco antes de abrir lentamente a porta. Em suspenso, ela descobriu que eu era judeu e ameaçou delatar-me. Consegui então fugir e, ao chegar à rua, meti a mão no bolso, de onde retirei um pequeno papel com uma morada de um senhor conhecido que me iria ajudar na fuga.

Já no segundo esconderijo, em frente a um hospital militar alemão, fui ajudado por um casal, para onde a morada me conduziu. Foi aí que, quando o casal estava de partida, eu adoeci e quase morri de icterícia e desnutrição. A muito custo, consegui fugir e fui para um hospital em ruínas, onde, cozinhando, consegui sobreviver.

Mais tarde, em agosto de 1944, a resistência polaca montou a Revolta de Varsóvia contra a ocupação alemã. Por todo o lado, os lança chamas incendiaram tudo o que restava. Foi aqui que eu, novamente, me vi perto da morte. Na minha fuga, sozinho, tentei fugir saltando um muro, torcendo o pé, ficando magoado de tal forma, que mal conseguia andar. Procurava desesperadamente comida, até que encontrei uma lata de “cornichons”, a qual tentei abrir de qualquer maneira. Fui descoberto pelo Capitão Wilm Hosenfeld, que me interrogou e que descobriu que sou pianista. Ao saber disto, conduziu-me para uma sala onde me pediu que tocasse algo num piano que sobreviveu aos ataques. Toquei então uma música de Chopin. Surpreendido, o capitão deixou-me habitar no sótão de um prédio, onde me forneceu regularmente alguma comida, salvando-me a vida.

Duas semanas após, as forças alemãs evacuaram Varsóvia. Numa conversa amigável, o capitão prometeu ouvir-me na Rádio de Varsóvia. Ofereceu-me o seu casaco para que eu me mantivesse quente, o que mais tarde me colocou numa posição delicada, quando os soldados polacos me confundiram com um oficial alemão. Após uma troca de palavras, consegui convencê-los de que sou polaco.

Num grupo de prisioneiros de um campo de concentração, estava Hosenfeld, o qual pediu a um ex-prisioneiro, que estava de passagem, violinista e meu conhecido, para o ajudar a libertar-se.

De volta ao local, já nada conseguimos fazer, pois já lá não estava ninguém.

Voltei agora a tocar na Rádio de Varsóvia.

O meu amigo Hosenfeld tinha acabado por falecer em 1952 num campo de prisioneiros da KGB, sendo honrado postumamente por me ter salvo.

Em Varsóvia, vou tocar agora para uma plateia que me aplaudirá de pé.

Artur
(Texto editado; conteúdo não totalmente coincidente com o filme)

Quando a Sofia viu "O pianista"...

... escreveu isto:

O filme"O Pianista" relata a vida de Wadyslaw Szpilman, um judeu que sobreviveu à Segunda Guerra Mundial. Nesta guerra, os nazis perseguiam e matavam os judeus. É ainda de referir que, no final, os russos libertaram a Polónia.
O momento de que eu mais gostei aconteceu antes da chegada dos russos. Nele, foi provado que, apesar de as ações dos nazis não serem corretas, havia quem tivesse bom coração. Isto é, embora o general fosse nazi, não assassinou o pianista, que era judeu. Na minha opinião, foi devido ao facto de Wadyslaw ter tocado piano que o coração do general acordou e começou a viver. Além de o manter escondido, deu- lhe comida e o seu casaco.
Esta situação é, de certa forma, uma lição moral do filme. Significa que nem todos aqueles cujo grupo é "mau" também tenham de ser "maus". Também me ensinou a acreditar que todos temos um coração, mesmo aqueles em que está escondido.
 
Sofia
(texto editado)

quarta-feira, 26 de março de 2014

"O pianista", de acordo com a Teresa


O que mais me impressionou neste filme foi a parte em que o chefe do exército ajudou o pianista, que era judeu, dando-lhe comida e um casaco para o frio.
Nesta parte do filme é possível ver que nem todos são maus. Ele conseguiu sobreviver sozinho, sem nada, a uma guerra contra os russos, e sem essa ajuda do militar, teria certamente morrido à fome e ao frio.
Outra parte que me impressionou foi quando ele ficou doente, sem nada para comer nem para beber, no apartamento onde estava escondido. Foi chamado um médico amigo que o salvou (por muito que eu achasse que ele ia morrer). Ficou com várias infeções, mas conseguiu salvar-se.
O pianista chamava-se Spilzman e, no fim da II Guerra Mundial, tornou-se um grande pianista, até morrer, em 2000, com oitenta e oito anos e só se sabe que o soldado se chamava Wilm Hosenfeld morreu num campo de concentração russo.
Ana Teresa
(texto editado)

quarta-feira, 19 de março de 2014

"O pianista" revisitado pela Maria Inês

Entrei. Procurei desesperadamente comida, até que, no alto de um armário, vi uma lata de pepinos, mas, por entre alguns sons, ouvi alemães. Rapidamente, comecei a correr sem largar a lata e entrei numa outra casa. Peguei num garfo e tentei abri-la esfomeado. Eis que, a lata cai ao chão e vai direta a um alemão. Este faz-me uma série de perguntas, nomeadamente o que é que eu fazia antes de tudo isto acontecer. Eu depressa respondi «Era pianista.». O alemão diz-me para o seguir e leva-me até uma sala com um piano maravilhoso e pede-me que toque. Sem grandes opções, sento-me no banco do piano e, pensativo, fico a olhar para as teclas durante algum tempo, até que comecei a tocar. No início estava um pouco inseguro, mas depois deixei-me levar pela música.
Quando terminei, alemão ficou estupefacto, e mais uma vez, fez um outro questionário. A última pergunta era sobre onde eu estava instalado e eu mostrei-lhe. O alemão  ficou com pena de mim, penso, e deu-me o seu casaco e pão. Fiquei-lhe imensamente agradecido.
A partir desse dia, o alemão ia sempre levar-me comida.
Maria Inês
(Texto editado. A sequência narrativa apresenta algumas diferenças face ao filme.)

sábado, 8 de março de 2014

"O pianista", na versão da Matilde




        Chamo-me Wadyslaw Szpliman e vou contar-vos uma história que se passou comigo durante a II Guerra Mundial.
        Eu sou judeu e naquela altura ser judeu não era fácil. Os alemães nazis tentaram exterminar-nos e tinha de estar constantemente a fugir e a esconder-me.
        Durante uma das minhas fugas, já quando os russos estavam quase atacar os nazis, escondi-me numa casa à procura de comida e abrigo. Na cozinha encontrei uma lata de pepinos em conserva e fui para a sala, onde encontrei uma ferramenta da lareira, com a qual tentei abrir a lata. Não tinha notado a presença de ninguém, mas um nazi encontrava-se na sala comigo. Perguntou-me se conseguia perceber o que dizia, ou seja, se percebia alemão, o que estava ali a fazer e qual era a minha profissão. Respondi-lhe que percebia o que dizia, que estava a tentar abrir a lata e que era pianista.



 Na sala ao lado havia um piano. Então, o alemão disse para eu tocar. Pousei a lata de pepinos em cima do piano e sentei-me numa cadeira que estava ao lado. Tinha as mãos tão frias e já não tocava há tanto tempo que foi um pouco difícil começar a tocar, mas depois de começar simplesmente deixei-me levar. Não me lembro se ele se foi embora enquanto tocava ou se ainda continuava lá quando acabei.
        Os alemães mudaram-se para aquela casa e eu escondi-me no sótão. O nazi que me estava a ajudar levava-me comida e bebida e, uma vez, levou-me um abridor de latas com o qual abri a minha querida lata de pepinos.
        Quando os alemães se foram finalmente embora, o nazi, que já podia considerar como amigo, veio despedir-se de mim. Eu estava cheio de cobertores e panos para combater o frio. Então, como viu o meu desconforto, ele  deu-me o seu casaco. Perguntei se ele tinha algum para si e respondeu-me que tinha um ainda mais quente.
        Fiquei eternamente grato àquele nazi diferente de todos os outros. Tive pena de nunca ter sabido o seu nome.

 Matilde
(Texto editado; imagem recolhida em http://www.taringa.net/posts/apuntes-y-monografias/13641977/El-Pianista.html)

quinta-feira, 6 de março de 2014

"O pianista", segundo o João Paulo


Chamo-me Wladyslaw Szpilman e sou um pianista polaco. Sobrevivi à exterminação dos judeus por parte da Alemanha nazi com a ajuda de vários amigos e de um comandante alemão, que também era judeu. Foi esse episódio que vou relatar.

Em 1944 ou 1945, já não me recordo bem, estava a tentar esconder-me dos alemães no sótão de um prédio. Tinha uma lata de pepinos para comer, mas, ao tentar abri-la, deixei-a cair ao chão e um comandante alemão descobriu-me. Fez-me perguntas sobre quem era e do que vivia. Disse-lhe que era judeu e que era pianista. Ele levou-me para a sala ao lado, onde havia um piano, e pediu-me para tocar.

Poucos dias depois, o edifício onde estava escondido tornou-se alemão, e o comandante vinha-me trazer comida ao sótão. No dia em que iam abandonar o prédio por causa dos russos perguntou o meu nome, pois poderia ouvir falar de mim. Deixou-me também com o seu casaco para me aquecer.

Quando os russos me viram com um casaco alemão tentaram matar-me, mas expliquei-lhes quem era. Aquando da libertação do meu amigo Jurek dos campos de concentração, ele disse aos alemães que lhe tinham tirado tudo e que era músico. O comandante que me ajudou pediu-lhe para me dizer (se me conhecesse) que ele estava lá, mas quando cheguei já ninguém lá estava. O seu nome era Wilm Hosenfeld e tinha morrido numa prisão soviética, em 1952.


(Texto editado. Imagem retirada de http://www.bach-cantatas.com/Pic-Bio-BIG/Szpilman-Wladyslaw-02[1946].jpg)

domingo, 5 de janeiro de 2014

Super - «Animal»


                                                
      Era uma vez um homem chamado pela população por Super Animal, por ser um super herói que salvava animais que estavam em perigo de vida.
     Um dia, o Super Animal teve uma longa história. Ele começou por ir à savana, em África, numa visita num carro apropriado para lá andar. Quando lá chegou, foi investigar (dentro do seu carro, obviamente, devido ao perigo que corria no meio daqueles animais). Foi andando, andando e, de repente, encontrou um leão magoado. Ainda hesitou, mas saiu do carro, pegou na mala de primeiros socorros e, depois de muito esforço, conseguiu curar o leão. Continuou a sua visita e encontrou uma gazela com uma mordidela e tentou curá-la mas, de repente, apareceu uma hiena que andava à procura da sua presa, e que queria atacar o Super Animal. Logo de seguida, apareceu o leão que o Super Animal ajudara, que afastou a hiena. Logo, salvou o Super Animal, que fez um novo amigo. O Super Animal voltou, assim, para casa, com esta história para me contar.

Duarte
Texto sujeito a ligeiras alterações