Era uma vez uma sereia chamada
Alice que vivia no mar, juntamente com outras sereias e vários tipos de peixes.
Era loira e tinha olhos azuis,
uma barbatana lilás e um corpo bastante magro. Adorava as aulas de equitação,
pois tinha como, animal preferido, o cavalo marinho.
Passava os dias na Universidade,
de que ela até gostava, tirando o facto de achar as aulas de Matemática uma
perda de tempo. Estava no último ano do curso de música, queria ser cantora,
mas também adorava tocar violino.
Quando chegou a casa, ouviu o
pai a reclamar com o irmão, pois ele estava sempre, sempre, sempre, a fazer
asneiras.
Ligou a televisão e estava a dar
um filme de ficção em que, para além do mar, existiam outros seres, outras
formas de vida… Até achou alguma piada, mas tinha a certeza que era ficção,
pois a professora de Ciências tinha explicado que o Oceano era a única coisa do
Mundo, que era infinito e que as sereias e os peixes eram os únicos seres
vivos.
Quando foi dormir, começou a
sonhar que tinha ido à superfície do mar e que tinha visto terra. Nadou até lá, e
encontrou um pescador que lhe perguntou quem era. Ele ficou surpreendido, embora
feliz ao mesmo tempo, e convidou-a para ir beber um café a casa dele…
De repente, ouviu o pai a dizer
“Para!” ao seu irmão e acordou do sonho. Estava a adorar o sonho, tão surreal…
Ana Filipa, 7ºB
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