Ser "ditoso", para mim é, imprescindível. Mas também é
relativo. O que me faz feliz a mim pode aborrecer o que vem comigo no
autocarro. Para mim, ser feliz é ter sempre uma coisa ou pessoa a, digamos,
amparar a queda. E agora a professora pensa que eu tenho uma obsessão por chão,
que, já agora, não se verifica. É saltar de um muro de dois metros e não me
magoar.
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