terça-feira, 1 de abril de 2014

As vicissitudes por que "O pianista" passou, vistas pela Jéssica

Tinha perdido tudo. Estava sozinho, dependente de mim. Tinha fome, frio e estava farto daquilo tudo. Estava farto da guerra, da morte, da destruição. Estava farto dos gritos, do choro, da tristeza,…
Encontrei uma casa, já toda destruída pelas bombas. Procurei algo para comer e encontrei uma lata de pepinos.
Tentava abrir a lata, no meio do desespero em que me encontrava, quando olhei em frente e vi um homem alto de uniforme… Era um alemão. Pensei que ia morrer nesse momento, mas não. Ele perguntou-me quem eu era e o que fazia ali. Disse-lhe que era um pianista judeu. Então, ele dirigiu-se a uma sala onde havia um piano e pediu-me para tocar. Ficou tão emocionado que, até acabar a guerra, me ajudou levando-me alimentos.
Esta ação demonstra que no meio de uma guerra não há “só bons” nem “só maus”. Apenas mostra que cada um tem o seu coração.
Jéssica
(texto editado)

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