Texto A
- O sujeito poético diz ao pescador para ter cuidado.
- Os perigos que o pescador enfrenta são “o céu nublado”, o canto da sereia - que pode fazer com que a rede se enrede nela e levando à perda do remo e da vela.
- A repetição mostra que o eu lírico poético considera urgente que o pescador fuja.
- O refrão é “Oh pescador”.
- a.
- b.Texto B
- Os dois textos têm um tema comum, pois em ambos se referem os perigos do mar (o céu nublado e as sereias, no caso do texto A; as tempestades, no caso do texto B).
- 7.1. No texto há várias didascálias, entre as quais “(Sai)” ou “(Entra o Contramestre)”.7.2. As didascálias são importantes para o encenador pôr o texto em cena e para os atores saberem que gestos e movimentos hão de fazer e quando devem entrar e sair de palco.
8. A tempestade é muito violenta, as
ondas são “altíssimas”, o vento é muito forte e as ondas são tão grandes que
ameaçam fazer encalhar o barco.
9. a. E c.
10. As frases que mostram a
impaciência do Contramestre são “Vão mas é para as vossas cabinas.” E “Ai que
aqui só estão a atrapalhar.”
11. Gonzalo mostra acreditar na
perícia do Contramestre e ter confiança nele, como se comprova nas afirmações “Este homem dá-me bastante segurança. Não tem
ar de quem há-de morrer afogado.”
Grupo II
- a. Pretérito mais que perfeito simples do indicativo, na 3ª pessoa do singularb. Presente do conjuntivo, 3ª pessoa do plural
- a. caem; salvam-se
- fizeram; abrigaram-se
- a. copulativo
- transitivo direto
- intransitivo
- a. A autora adaptou a peça de Shakespeare, mas não mudou a linguagem nem o conteúdo.b. Esta peça de teatro foi escrita por Hélia Correia e encenada por João Ricardo em 2005.c. O Contramestre era sincero, pois disse sempre a verdade aos seus homens.
- a. Quando a tempestade aumentou, o barco naufragou.b. Gonzalo obedece ao Contramestre, porque este lhe dá segurança.6. 1-b; 2-e; 3-c; 4. G; 5-a
- a. O Contramestre é um líder corajoso.b. O pescador poveiro salvou-se.Grupo IIIResposta livre
Sem comentários:
Enviar um comentário