O que me faz sentir feliz é poder ver
o sol todos os dias, a chuva, o vento. É poder sentir as coisas boas da vida. É
o amor que a minha família me dá. É poder ver as fotografias do passado, sem
pensar nas coisas más. Ser feliz é pensar no futuro sem olhar para trás. Pensar
nas coisas boas da vida que ainda tenho pela frente.
Blogue das turmas de sétimo ano do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian (ano letivo 2013/2014)
quinta-feira, 24 de abril de 2014
O comentário da Francisca
Este pequeno excerto fez-me sentir livre, com vontade de viver! Seguir em frente (com isto, dizer: ultrapassar os meus medos!)
Fez-me sentir ditosa, ou seja, feliz, inspirada, e pronta para derrubar novos obstáculos!
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Ditosa, a Sara
A palavra Ditosa faz-me sentir feliz, pois lembra-me a minha família, que me
apoia ao máximo nos maus e nos bons momentos. Quando estou com ela, sinto que
posso confiar a cem por cento.
A palavra Ditosa também me lembra os amigos. Na minha opinião, ter amigos é a
melhor sensação do mundo! Tenho este sentimento porque tenho os melhores amigos
de sempre e fico muito feliz por isso!
Sara
Ditosa (e sempre a primeira): a Laura
"O que me faz sentir
ditosa é nadar, estar com a minha família, os meus amigos e as minhas cadelas,
ouvir música, cantar, sonhar, ler livros de aventuras misteriosas, rir - pois
sem isso ninguém é feliz - mas, acima de tudo, dar carinho para também receber, porque
o verdadeiro significado de ditosa, não se encontra nos dicionários, está
guardado no coração."
Laura
O que os faz sentir ditosos...
“- Vais voar, Ditosa. Respira. Sente a
chuva. É água. Na tua vida terás muitos motivos para ser feliz, um deles
chama-se água, outro chama-se vento, outro chama-se sol e chega sempre como
recompensa depois da chuva. Sente a chuva. Abre as asas. – miou Zorbas” (p.
136)
Baseando-se neste excerto de História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, de Luis Sepúlveda, os alunos do 7ºA e do 7ºB escreveram textos muito interessantes e reveladores, que terei muito gosto em publicar.
terça-feira, 1 de abril de 2014
As vicissitudes por que "O pianista" passou, vistas pela Jéssica
Tinha
perdido tudo. Estava sozinho, dependente de mim. Tinha fome, frio e estava
farto daquilo tudo. Estava farto da guerra, da morte, da destruição. Estava
farto dos gritos, do choro, da tristeza,…
Encontrei
uma casa, já toda destruída pelas bombas. Procurei algo para comer e encontrei
uma lata de pepinos.
Tentava
abrir a lata, no meio do desespero em que me encontrava, quando olhei em frente
e vi um homem alto de uniforme… Era um alemão. Pensei que ia morrer nesse
momento, mas não. Ele perguntou-me quem eu era e o que fazia ali. Disse-lhe que
era um pianista judeu. Então, ele dirigiu-se a uma sala onde havia um piano e
pediu-me para tocar. Ficou tão emocionado que, até acabar a guerra,
me ajudou levando-me alimentos.
Esta ação
demonstra que no meio de uma guerra não há “só bons” nem “só maus”. Apenas
mostra que cada um tem o seu coração.
Jéssica(texto editado)
A angústia de "O pianista", narrada pela Ana Catarina
O meu nome é Szpilman e sou pianista. Estou aqui para vos contar um episódio que me marcou.
Bem, foi um dos piores momentos da minha vida. Eu e a minha família estavávamos em direção ao nosso fim. Sabíamos que íamos morrer. Estávamos na fila, quando um guarda me puxou para trás, ajudando a salvar-me. Enquanto isto, avistava o resto da minha família a ir para o campo de concentração. Não pude fazer nada. Sentia-me arruinado, em baixo, a cada passo que dava era maior o desespero.
Era tanta a angústia, só de pensar que naquele momento tinha acabado de perder um dos meus maiores bens...
A família é o maior tesouro que a vida nos dá, pois estão sempre prontos a ajudar nos bons e maus momentos. Não tenho palavras para descrever a família, pois os sentimentos não se veem com os olhos, mas sim com o coração. Sinto-me sozinho no mundo.
Ana Catarina
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