quinta-feira, 24 de abril de 2014

O comentário da Francisca

Este pequeno excerto fez-me sentir livre, com vontade de viver! Seguir em frente (com isto, dizer: ultrapassar os meus medos!)
Fez-me sentir ditosa, ou seja, feliz, inspirada, e pronta para derrubar novos obstáculos! 

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Ditosa, a Sara


A palavra Ditosa faz-me sentir feliz, pois lembra-me a minha família, que me apoia ao máximo nos maus e nos bons momentos. Quando estou com ela, sinto que posso confiar a cem por cento.

A palavra Ditosa também me lembra os amigos. Na minha opinião, ter amigos é a melhor sensação do mundo! Tenho este sentimento porque tenho os melhores amigos de sempre e fico muito feliz por isso!

Sara

Ditosa (e sempre a primeira): a Laura


"O que me faz sentir ditosa é nadar, estar com a minha família, os meus amigos e as minhas cadelas, ouvir música, cantar, sonhar, ler livros de aventuras misteriosas, rir - pois sem isso ninguém é feliz - mas, acima de tudo, dar carinho para também receber, porque o verdadeiro significado de ditosa, não se encontra nos dicionários, está guardado no coração."

Laura

O que os faz sentir ditosos...





“- Vais voar, Ditosa. Respira. Sente a chuva. É água. Na tua vida terás muitos motivos para ser feliz, um deles chama-se água, outro chama-se vento, outro chama-se sol e chega sempre como recompensa depois da chuva. Sente a chuva. Abre as asas. – miou Zorbas” (p. 136)


Baseando-se neste excerto de História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, de Luis Sepúlveda, os alunos do 7ºA e do 7ºB escreveram textos muito interessantes e reveladores, que terei muito gosto em publicar.

terça-feira, 1 de abril de 2014

As vicissitudes por que "O pianista" passou, vistas pela Jéssica

Tinha perdido tudo. Estava sozinho, dependente de mim. Tinha fome, frio e estava farto daquilo tudo. Estava farto da guerra, da morte, da destruição. Estava farto dos gritos, do choro, da tristeza,…
Encontrei uma casa, já toda destruída pelas bombas. Procurei algo para comer e encontrei uma lata de pepinos.
Tentava abrir a lata, no meio do desespero em que me encontrava, quando olhei em frente e vi um homem alto de uniforme… Era um alemão. Pensei que ia morrer nesse momento, mas não. Ele perguntou-me quem eu era e o que fazia ali. Disse-lhe que era um pianista judeu. Então, ele dirigiu-se a uma sala onde havia um piano e pediu-me para tocar. Ficou tão emocionado que, até acabar a guerra, me ajudou levando-me alimentos.
Esta ação demonstra que no meio de uma guerra não há “só bons” nem “só maus”. Apenas mostra que cada um tem o seu coração.
Jéssica
(texto editado)

A angústia de "O pianista", narrada pela Ana Catarina

O meu nome é Szpilman e sou pianista. Estou aqui para vos contar um episódio que me marcou.
         Bem, foi um dos piores momentos da minha vida. Eu e a minha família estavávamos em direção ao nosso fim. Sabíamos que íamos morrer. Estávamos na fila, quando um guarda me puxou para trás, ajudando a salvar-me. Enquanto isto, avistava o resto da minha família a ir para o campo de concentração. Não pude fazer nada. Sentia-me arruinado, em baixo, a cada passo que dava era maior o desespero.
         Era tanta a angústia, só de pensar que naquele momento tinha acabado de perder um dos meus maiores bens...
         A família é o maior tesouro que a vida nos dá, pois estão sempre prontos a ajudar nos bons e maus momentos. Não tenho palavras para descrever a família, pois os sentimentos não se veem com os olhos, mas sim com o coração. Sinto-me sozinho no mundo.
 
Ana Catarina

sexta-feira, 28 de março de 2014

O Frederico viu, em "O pianista", um filme de ação


19 de abril de 1943

 

                Já estamos preparados. As armas já estão prontas, o plano já foi revisto. É hoje o dia em que nós, judeus, vamos oferecer resistência.

                Os alemães tinham chegado ao muro, era hora de atacar. Atacámos de surpresa, com tiros e granadas, mas todos eles vinham armados. Matámos os primeiros, mas logo chegaram os reforços. Explodiram três edifícios e o muro do ghetto. Ainda atacámos, oferecendo grande resistência, mas eles eram mais fortes. Após umas horas, decidi fugir.

                De longe, observava os meus companheiros em sofrimento. Um verdadeiro inferno de chamas cercava o ghetto onde eles ardiam. A dado momento, um deles saltou em chamas, aterrando violentamente no chão. Poucos sobreviveram. No dia seguinte, os alemães voltaram e procuraram os restantes. Obrigaram-nos a fazer uma fila contra a parede e mataram todos de uma só vez. O ghetto estava destruído, assim como os judeus que ofereceram resistência.

                Fugi e fui, mais tarde, encontrado pelos russos, no final da Guerra. Apesar de muitos terem morrido, fico feliz por ter sobrevivido.

 
Frederico
(texto editado; de acordo com o filme, o protagonista não participou na resistência)