sexta-feira, 28 de março de 2014

Quando a Sofia viu "O pianista"...

... escreveu isto:

O filme"O Pianista" relata a vida de Wadyslaw Szpilman, um judeu que sobreviveu à Segunda Guerra Mundial. Nesta guerra, os nazis perseguiam e matavam os judeus. É ainda de referir que, no final, os russos libertaram a Polónia.
O momento de que eu mais gostei aconteceu antes da chegada dos russos. Nele, foi provado que, apesar de as ações dos nazis não serem corretas, havia quem tivesse bom coração. Isto é, embora o general fosse nazi, não assassinou o pianista, que era judeu. Na minha opinião, foi devido ao facto de Wadyslaw ter tocado piano que o coração do general acordou e começou a viver. Além de o manter escondido, deu- lhe comida e o seu casaco.
Esta situação é, de certa forma, uma lição moral do filme. Significa que nem todos aqueles cujo grupo é "mau" também tenham de ser "maus". Também me ensinou a acreditar que todos temos um coração, mesmo aqueles em que está escondido.
 
Sofia
(texto editado)

quarta-feira, 26 de março de 2014

"O pianista", de acordo com a Teresa


O que mais me impressionou neste filme foi a parte em que o chefe do exército ajudou o pianista, que era judeu, dando-lhe comida e um casaco para o frio.
Nesta parte do filme é possível ver que nem todos são maus. Ele conseguiu sobreviver sozinho, sem nada, a uma guerra contra os russos, e sem essa ajuda do militar, teria certamente morrido à fome e ao frio.
Outra parte que me impressionou foi quando ele ficou doente, sem nada para comer nem para beber, no apartamento onde estava escondido. Foi chamado um médico amigo que o salvou (por muito que eu achasse que ele ia morrer). Ficou com várias infeções, mas conseguiu salvar-se.
O pianista chamava-se Spilzman e, no fim da II Guerra Mundial, tornou-se um grande pianista, até morrer, em 2000, com oitenta e oito anos e só se sabe que o soldado se chamava Wilm Hosenfeld morreu num campo de concentração russo.
Ana Teresa
(texto editado)

Uma visão de "O pianista", pela Camila

No filme «O Pianista»,Wladek Szpilman vê a sua vida em risco quando a Segunda Guerra Mundial começa. Wladek e a sua família são transportados até um campo de trabalho com o objetivo de extermínio. Mas a cena do filme que mais me impressionou foi quando o judeu-polonês foi salvo por um capitão alemão que o tinha encontrado escondido no sótão de uma casa fugindo dos alemães e que se comoveu quando o ouviu tocar piano. A partir daí, o capitão salva a vida de Wladek, dando-lhe comida regularmente e mantendo-o em segurança. No início ele não sabia como agradecer-lhe pela ajuda, mas, quando os alemães foram capturados, Wladek descobre que o capitão lhe tinha pedido de ajuda para o libertarem. Este já se tinha ido embora sem deixar rasto e, quando o pianista chega, é tarde demais.
 
Camila
(texto editado)
 

domingo, 23 de março de 2014

Resolução de exercícios

P. 130


3. Os bilhetes não se esgotaram. O João não os comprou no sábado.
4. Venderam-no. Pedi-lho.
5. As reticências indicam a hesitação do interlocutor.
6. derivação por sufixação, derivação por prefixação, composição morfológica e composição morfossintática
7. Acrónimo e sigla
8. desgaste, ensino, socorro, choro, fuga
9. A bola tinha sido chutada para longe pelo garoto.
11. verbos copulativos
12. O Carlos (sujeito); parece uma criança (predicado); uma criança (predicativo do sujeito);
O aluno (sujeito) ficou de castigo durante um dia (predicado) durante um dia (modificador).
13. a. 1. modificador
a. 2.complemento indireto
b.1. sujeito
b. 2. complemento oblíquo
c. 1. complemento indireto
c. 2. complemento direto
d. complemento oblíquo
14. A colocação do pronome átono antes do verbo, o recurso aos determinantes possessivos sem artigo, o emprego mais frequente do gerúndio, o uso do verbo ter com o sentido de haver, a utilização da forma de tratamento você em vez de tu ou de o senhor/a senhora.



quarta-feira, 19 de março de 2014

4º teste de avaliação

O teste vai ter um texto retirado de "História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar", seguido de um questionário onde, além da compreensão daquele excerto em particular, poderão ser questionados acerca de outros aspetos da obra (ação, personagens, espaço, tempo, sequências narrativas, narrador...). As sensações, os recursos expressivos, os tempos verbais, as classes de palavras, a pontuação... também podem vir a propósito.
 
No grupo de gramática, devem estudar com particular atenção
 
  • processos de formação de palavras
  •  plural dos nomes compostos
  • as funções sintáticas estudadas até ao momento (haverá certamente um nome predicativo do sujeito!)
  • os pronomes pessoais em adjacência verbal
  • os conetores
  • a variante brasileira do português
Na expressão escrita, elaborarão um pequeno texto (que devem p-l-a-n-e-a-r, dividir em três partes (introdução, desenvolvimento e conclusão, obrigatoriamente separadas por parágrafos), onde me vão demonstrar que conhecem muitos e variados conetores.


Devem fazer os seguintes exercícios do caderno de atividades:


p. 33: 15 e 15.1
p. 39: 12 e 13
pp. 44-45: 6., 6.1., 7., 7.1. e 8.
p. 53: 9., 10 e 11
p. 64: 1.1. e 1.2.
p. 65: todos

e a página 130 do manual (no sábado publicarei as soluções).


No que diz respeito à variante brasileira do português, convém ainda relembrar o que fizemos na página 108 do manual e reler o caderno.









"O pianista" revisitado pela Maria Inês

Entrei. Procurei desesperadamente comida, até que, no alto de um armário, vi uma lata de pepinos, mas, por entre alguns sons, ouvi alemães. Rapidamente, comecei a correr sem largar a lata e entrei numa outra casa. Peguei num garfo e tentei abri-la esfomeado. Eis que, a lata cai ao chão e vai direta a um alemão. Este faz-me uma série de perguntas, nomeadamente o que é que eu fazia antes de tudo isto acontecer. Eu depressa respondi «Era pianista.». O alemão diz-me para o seguir e leva-me até uma sala com um piano maravilhoso e pede-me que toque. Sem grandes opções, sento-me no banco do piano e, pensativo, fico a olhar para as teclas durante algum tempo, até que comecei a tocar. No início estava um pouco inseguro, mas depois deixei-me levar pela música.
Quando terminei, alemão ficou estupefacto, e mais uma vez, fez um outro questionário. A última pergunta era sobre onde eu estava instalado e eu mostrei-lhe. O alemão  ficou com pena de mim, penso, e deu-me o seu casaco e pão. Fiquei-lhe imensamente agradecido.
A partir desse dia, o alemão ia sempre levar-me comida.
Maria Inês
(Texto editado. A sequência narrativa apresenta algumas diferenças face ao filme.)

terça-feira, 18 de março de 2014

"O pianista", segundo o Afonso


Um dia, em tempo de neve, o pianista estava no sótão de uma casa abandonada.
  Ele estava a ouvir um tiroteio. Com curiosidade, perguntou ao comandante dos alemães, que o tinha ajudado nos últimos dias:
- Que tiros são estes?
- Os russos estão a tentar invadir-nos. - respondeu o comandante, que tinha acabado de lhe dar pão e compota. O pianista subiu e começou a comer como se não houvesse amanhã.
   Quando o comandante lá voltou, disse-lhe que estavam a retirar-se, pois os russos estavam quase a chegar. Já de saída, perguntou ao pianista:
- O que vai fazer quando isto tudo terminar?
- Vou voltar a tocar piano, na rádio. – respondeu ele, sem pensar duas vezes.
   Quando todos se tinham ido embora, uma música começou a entrar pelas janelas e como obvio foi ver o que se passava, foi ai que viu que eram polacos ( ele também era polaco) desceu as escadas a correr e foi ter ao encontro deles, mas uma coisa má aconteceu, no dia anterior o comandante tinha-lhe oferecido um casaco alemão e então mal os polacos viram-no, gritaram logo:
-Alemão, alemão!
   Os guardas quando ouviram dispararam logo, no entanto, o pianista começou a fugir e ao mesmo tempo, a gritar:
-Sou polaco, sou polaco!
   Mas eles ignoraram, até que viram que era mesmo polaco.
 
Afonso
(Texto editado)