O que mais
me impressionou neste filme foi a parte em que o chefe do exército ajudou o
pianista, que era judeu, dando-lhe comida e um casaco para o frio.
Nesta parte
do filme é possível ver que nem todos são maus. Ele conseguiu sobreviver sozinho,
sem nada, a uma guerra contra os russos, e sem essa ajuda do militar, teria
certamente morrido à fome e ao frio.
Outra parte
que me impressionou foi quando ele ficou doente, sem nada para comer nem para
beber, no apartamento onde estava escondido. Foi chamado um médico amigo que o
salvou (por muito que eu achasse que ele ia morrer). Ficou com várias infeções,
mas conseguiu salvar-se.
O pianista
chamava-se Spilzman e, no fim da II Guerra Mundial, tornou-se um
grande pianista, até morrer, em 2000, com oitenta e oito anos e só se sabe que o
soldado se chamava Wilm Hosenfeld morreu num campo de concentração russo.
Ana Teresa (texto editado)