quarta-feira, 26 de março de 2014

Uma visão de "O pianista", pela Camila

No filme «O Pianista»,Wladek Szpilman vê a sua vida em risco quando a Segunda Guerra Mundial começa. Wladek e a sua família são transportados até um campo de trabalho com o objetivo de extermínio. Mas a cena do filme que mais me impressionou foi quando o judeu-polonês foi salvo por um capitão alemão que o tinha encontrado escondido no sótão de uma casa fugindo dos alemães e que se comoveu quando o ouviu tocar piano. A partir daí, o capitão salva a vida de Wladek, dando-lhe comida regularmente e mantendo-o em segurança. No início ele não sabia como agradecer-lhe pela ajuda, mas, quando os alemães foram capturados, Wladek descobre que o capitão lhe tinha pedido de ajuda para o libertarem. Este já se tinha ido embora sem deixar rasto e, quando o pianista chega, é tarde demais.
 
Camila
(texto editado)
 

domingo, 23 de março de 2014

Resolução de exercícios

P. 130


3. Os bilhetes não se esgotaram. O João não os comprou no sábado.
4. Venderam-no. Pedi-lho.
5. As reticências indicam a hesitação do interlocutor.
6. derivação por sufixação, derivação por prefixação, composição morfológica e composição morfossintática
7. Acrónimo e sigla
8. desgaste, ensino, socorro, choro, fuga
9. A bola tinha sido chutada para longe pelo garoto.
11. verbos copulativos
12. O Carlos (sujeito); parece uma criança (predicado); uma criança (predicativo do sujeito);
O aluno (sujeito) ficou de castigo durante um dia (predicado) durante um dia (modificador).
13. a. 1. modificador
a. 2.complemento indireto
b.1. sujeito
b. 2. complemento oblíquo
c. 1. complemento indireto
c. 2. complemento direto
d. complemento oblíquo
14. A colocação do pronome átono antes do verbo, o recurso aos determinantes possessivos sem artigo, o emprego mais frequente do gerúndio, o uso do verbo ter com o sentido de haver, a utilização da forma de tratamento você em vez de tu ou de o senhor/a senhora.



quarta-feira, 19 de março de 2014

4º teste de avaliação

O teste vai ter um texto retirado de "História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar", seguido de um questionário onde, além da compreensão daquele excerto em particular, poderão ser questionados acerca de outros aspetos da obra (ação, personagens, espaço, tempo, sequências narrativas, narrador...). As sensações, os recursos expressivos, os tempos verbais, as classes de palavras, a pontuação... também podem vir a propósito.
 
No grupo de gramática, devem estudar com particular atenção
 
  • processos de formação de palavras
  •  plural dos nomes compostos
  • as funções sintáticas estudadas até ao momento (haverá certamente um nome predicativo do sujeito!)
  • os pronomes pessoais em adjacência verbal
  • os conetores
  • a variante brasileira do português
Na expressão escrita, elaborarão um pequeno texto (que devem p-l-a-n-e-a-r, dividir em três partes (introdução, desenvolvimento e conclusão, obrigatoriamente separadas por parágrafos), onde me vão demonstrar que conhecem muitos e variados conetores.


Devem fazer os seguintes exercícios do caderno de atividades:


p. 33: 15 e 15.1
p. 39: 12 e 13
pp. 44-45: 6., 6.1., 7., 7.1. e 8.
p. 53: 9., 10 e 11
p. 64: 1.1. e 1.2.
p. 65: todos

e a página 130 do manual (no sábado publicarei as soluções).


No que diz respeito à variante brasileira do português, convém ainda relembrar o que fizemos na página 108 do manual e reler o caderno.









"O pianista" revisitado pela Maria Inês

Entrei. Procurei desesperadamente comida, até que, no alto de um armário, vi uma lata de pepinos, mas, por entre alguns sons, ouvi alemães. Rapidamente, comecei a correr sem largar a lata e entrei numa outra casa. Peguei num garfo e tentei abri-la esfomeado. Eis que, a lata cai ao chão e vai direta a um alemão. Este faz-me uma série de perguntas, nomeadamente o que é que eu fazia antes de tudo isto acontecer. Eu depressa respondi «Era pianista.». O alemão diz-me para o seguir e leva-me até uma sala com um piano maravilhoso e pede-me que toque. Sem grandes opções, sento-me no banco do piano e, pensativo, fico a olhar para as teclas durante algum tempo, até que comecei a tocar. No início estava um pouco inseguro, mas depois deixei-me levar pela música.
Quando terminei, alemão ficou estupefacto, e mais uma vez, fez um outro questionário. A última pergunta era sobre onde eu estava instalado e eu mostrei-lhe. O alemão  ficou com pena de mim, penso, e deu-me o seu casaco e pão. Fiquei-lhe imensamente agradecido.
A partir desse dia, o alemão ia sempre levar-me comida.
Maria Inês
(Texto editado. A sequência narrativa apresenta algumas diferenças face ao filme.)

terça-feira, 18 de março de 2014

"O pianista", segundo o Afonso


Um dia, em tempo de neve, o pianista estava no sótão de uma casa abandonada.
  Ele estava a ouvir um tiroteio. Com curiosidade, perguntou ao comandante dos alemães, que o tinha ajudado nos últimos dias:
- Que tiros são estes?
- Os russos estão a tentar invadir-nos. - respondeu o comandante, que tinha acabado de lhe dar pão e compota. O pianista subiu e começou a comer como se não houvesse amanhã.
   Quando o comandante lá voltou, disse-lhe que estavam a retirar-se, pois os russos estavam quase a chegar. Já de saída, perguntou ao pianista:
- O que vai fazer quando isto tudo terminar?
- Vou voltar a tocar piano, na rádio. – respondeu ele, sem pensar duas vezes.
   Quando todos se tinham ido embora, uma música começou a entrar pelas janelas e como obvio foi ver o que se passava, foi ai que viu que eram polacos ( ele também era polaco) desceu as escadas a correr e foi ter ao encontro deles, mas uma coisa má aconteceu, no dia anterior o comandante tinha-lhe oferecido um casaco alemão e então mal os polacos viram-no, gritaram logo:
-Alemão, alemão!
   Os guardas quando ouviram dispararam logo, no entanto, o pianista começou a fugir e ao mesmo tempo, a gritar:
-Sou polaco, sou polaco!
   Mas eles ignoraram, até que viram que era mesmo polaco.
 
Afonso
(Texto editado)

"O pinaista" visto pela Mariana


Este filme é baseado numa história verídica, a qual relata a vida sofrida de Wladyslaw Szpilman.
Do que mais gostei neste filme foi do gesto de bondade do comandante, pois, quando destruíram o hospital, para o qual eram levados os soldados alemães feridos, o capitão dos nazis fez uma vistoria onde encontrou Szpilman e perguntou-lhe se ele era judeu e o que fazia antes de ser enviado para ali. Szpilman respondeu que era pianista.
O comandante pediu-lhe que tocasse uma música, mas ele hesitou, embora acabasse por lhe fazer a vontade. Após o comandante o ter ouvido, ficou bastante sensibilizado. A partir daí, sempre que podia levava-lhe comida, mas às escondidas dos colegas do exército.
Quando tiveram de abandonar o bairro, o comandante deu-lhe o seu casaco, para que ele não tivesse frio e disse-lhe que iria estar atento à rádio onde Szpilman tocava, para o poder ouvir.
Mariana
(Texto editado)

terça-feira, 11 de março de 2014

"O pianista": a apreciação da Ana Sofia


O episódio do filme de que eu mais gostei foi quando o pianista consegue livrar-se de ir com os outros judeus para os campos de concentração, por isso é obrigado a refugiar-se em vários prédios abandonados pela cidade, para conseguir sobreviver, até que a guerra acabe.
 Mas ele acaba por ser descoberto por um oficial alemão que conversa com ele e  lhe pergunta a profissão. Szpilman respondeu que era pianista, por isso o alemão pediu-lhe para tocar no piano que havia naquele prédio abandonado. Ele ficou impressionado com o talento do pianista, e depois daquele dia, o alemão, sempre que pudesse, ajudava-o, levando-lhe comida e até o seu casaco, para se agasalhar. Mas, quando a guerra acabou, alguns dos alemães (entre eles o que o ajudou) foram presos pelas forças aliadas e o oficial é morto. O pianista ainda o procurou para lhe agradecer o que tinha feito mas não o chega a encontrar.
Ana Sofia
(Texto editado)