segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Estudar em casa

Registem-se no "site"
http://www.ciberescola.com/, escolham o Português como língua materna, o 7º ano como o vosso nível e façam os exercícios. Muito bom!

3º teste de avaliação

O terceiro teste terá, como ponto de partida, uma narrativa de autor português. Mais uma vez, podem surgir perguntas relacionadas com questões abordadas noutras ocasiões. Por exemplo, as categorias da narrativa, os registos de língua e os recursos expressivos.
Serão questionados acerca
  • da formação de palavras
  • da frase ativa/passiva
  • das funções sintáticas, com especial incidência no complemento agente da passiva
  • das orações coordenadas
  • das orações subordinadas adverbiais causais e temporais



... e farão um exercício de expressão escrita envolvendo as formas de tratamento.

Para preparar o teste, aconselha-se, para além da consulta do caderno, a releitura das páginas de 71 a 97 do manual e o estudo da rubrica "A minha gramática" - em particular as páginas 239-241 (excetuando 2.3. e 3.), 263 (só 1.), 268, 73-275 (só até 4.2.1, inclusivé).

No caderno de atividades, recomendam-se os seguintes exercícios:

pp. 14-16: todos os exercícios;
pp. 54-56: todos os exercícios;
p. 73: apenas os exercícios 1 e 2;
pp. 74-75: todos os exercícios.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Uma oportunidade a não perder

Inscrevam-se neste projeto único e inovador, sediado aqui mesmo, no Conservatório. Basta clicar aqui.

domingo, 12 de janeiro de 2014

A lenda de sir Anthony

Era uma vez, há muito tempo atrás, um rapaz chamado Anthony. O Anthony queria ser guerreiro, por isso tirou o curso de Física Quântica.

                Depois de tirar o seu curso, foi ter com um mago e disse-lhe:

                - Senhor mago, já tirei o meu curso. Agora como posso ser guerreiro?

                - Vou transportar-te para uma terra longínqua. A Terra dos Guerreiros. Aí poderás aprender a ser guerreiro.

                Assim que chegou à Terra dos Guerreiros, foi apanhado num tiroteiro e levou um tiro no coração. Porém, na Terra dos Guerreiros, é quase impossível morrer  e, mesmo se morrermos, vamos para o Hospital da Ressuscitação. Mas, continuando com a história, levaram o nosso guerreiro para lá, onde ele ressuscitou. Final feliz? Nem por isso. Logo que saiu do Hospital foi atropelado... por um tanque!

                O coitado foi levado novamente para o Hospital, onde voltaram a ressuscitá-lo.

                Quando saiu do Hospital, viu um tanque e desviou-se, mas não reparou no pterodáctilo que vinha num voo a pique para o apanhar (na Terra dos Guerreiros vê-se de tudo, mesmo que esteja extinto).

                Bom, eventualmente lá foi largado pelo pterodáctilo e, quando estava super-concentrado, vocês, meus amigos leitores, nem sabem o que aconteceu. Tropeçou numa pedra e partiu o nariz.

                Chamou o mágico e disse-lhe:

                - Eu desisto: isto é tudo muito díficil.

                - É assim que vai terminar? A ti próprio humilhar?

                - Sabe que mais? Arroz com pardais!

                E assim acabou a demanda de Anthony.
 
Frederico, 7ºA
(texto sujeito a ligeiras alterações)

O acidente


 
Hoje estava um lindo dia de sol para ir passear até ao centro da cidade.
À tarde, eu, a minha mãe, e o meu irmão fomos caminhar. Na volta, depois de eu ter ido com o meu irmão a vários parques infantis, fomos visitar a minha avó.
Após ter saído da casa dela, íamos para atravessar a passadeira, quando eu gritei:
- Cuidado, não podemos atravessar! O carro da frente já nos viu e vai parar, mas o carro que vem lá atrás, vem com tanta velocidade que, de certeza, não vai parar!
E foi o que aconteceu:
Nós não atravessámos e o carro da frente foi empurrado para a passadeira, com o embate do carro de trás.
Por isso, temos de estar muito atentos quando vamos atravessar uma passadeira. Não devemos só olhar para o carro da frente, mas também para o que vem atrás, pois o condutor pode estar distraído, não conseguir parar, e se nós tivéssemos passado, podíamos ter-nos magoado.
Felizmente, chegámos bem a casa.

 Ana Sofia

sábado, 11 de janeiro de 2014

O pior dia de sempre



  Hoje foi o pior dia de sempre! Agora vocês perguntam: porquê? Bem, tudo começou hoje de manhã. Estava eu sossegada a tomar o pequeno-almoço, quando me lembrei que tinha o pão a torrar. Levantei-me num ápice, mas, ao levantar-me, levei a toalha atrás, assim como a caneca e o leite. Já devem ter imaginado qual foi a reação da minha mãe: não foi nada boa… isso já foi suficiente para eu chegar atrasada à escola e levar um raspanete da professora.
  À hora de almoço, quando passei o cartão para ver se tinha senha marcada... não tinha. Então os funcionários da cantina disseram que eu só podia comer sopa, salada e fruta. Eu lá fui na deles. Preparei o tabuleiro e sentei-me calmamente, tentando evitar mais acidentes. Comecei a comer. Quando terminei, levantei-me para ir pousar o tabuleiro, sem reparar que alguém tinha deixado cair comida no chão, deixando-o muito escorregadio. Eu escorreguei e caí. Fiquei coberta de comida. Levantei-me apressadamente e sacudi os restos de comida que tinha na roupa, mas não foi o suficiente, ainda estava suja! Entretanto, a campainha tocou e eu não tive outro remédio se não ir para a aula toda suja! Mal eu entrei (mais uma vez atrasada), começaram os burburinhos. Tocou para fora, e eu tinha de ir para casa a pé! Estava a chover torrencialmente quando cheguei a casa. Tirei os sapatos, tentando evitar patinhar a casa toda (como se isso fosse possível), tomei um banho, vesti o pijama e agora estou aqui a escrever!  
Leonor
(Texto sujeito a ligeiras alterações)

Tiago, o herói!



Tudo isto começou numa floresta tropical deserta, onde, há 10 anos, um avião se despenhou. Todos os passageiros morreram, apenas sobreviveu uma criança chamada Tiago, com 5 anos.
Tiago sentia-se perdido, pois não conhecia nada. Começou por ver golfinhos, aves exóticas, macacos, entre outros animais. Sentia-se assustado, pois não sabia o que era aquilo, ou se lhe podiam fazer mal.
Começou por pedir ajuda, mas, como não havia humanos, ninguém o ouviu. Começou a ficar com sede. Deitou-se desesperado e pensou para si:
- Onde é que eu vou arranjar água?
Olhou para cima, viu uma palmeira com cocos e lembrou-se que a mãe lhe tinha dito que os cocos têm água. O seu instinto foi trepar à árvore, mas, mal começou, caiu logo. Um macaco que estava em cima da palmeira, ao ver o seu esforço, decidiu atirar-lhe com um. Ao ver que o coco tinha caído e achando que tinha sido ele, Tiago ficou todo contente, pensando que era muito forte, mas apercebendo-se de que não o era quando o tentou abrir.
Começou a habituar-se àquele ritmo. Todavia, ainda não tinha percebido como tinha ido lá parar.
 Começou a fazer amizades com os animais, conseguindo comunicar com eles.
   Passados 8 anos, Tiago já estava tão à vontade com aquele modo de vida, que viver com aqueles animais era normalíssimo.
   Certo dia, Tiago estava a descansar. De repente, ouviu um barulho assustador. Era um helicóptero com exploradores que andavam pelas florestas tropicais em busca de espécies desconhecidas, os quais, apercebendo-se da existência de uma vida humana, resolveram descer. O helicóptero aterrou mesmo perto de Tiago.
   Os exploradores, apercebendo-se da situação pela qual Tiago tinha passado, resolveram levá-lo para o meio dos humanos. Tiago não sabia falar, tinha comportamentos inadequados, tudo era excessivamente confuso.
Cada vez que saía à rua, embora sempre acompanhado, as pessoas tinham medo dele, pois tinha atitudes animalescas, gritava muito e tinha um andar estranho.
Até que um dia resolveu sair à rua sozinho, pois queria explorar tudo o que o rodeava. De repente, deparou-se com um assaltante que tinha entrado num banco fortemente armado. Como Tiago não sabia para que tudo aquilo servia, atirou-se para cima do assaltante, desarmando-o e agarrando-o com toda a sua força. Quando a polícia chegou, todas as pessoas envolvidas bateram muitas palmas a Tiago, gritando “É UM HERÓI, É UM HERÓI”
A partir daquele dia, Tiago passou a ter ajuda.
E rapidamente se adaptou à vida humana, nunca mais sendo esquecido como “TIAGO, O HERÓI”
Mariana
(Texto sujeito a ligeiras alterações)