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domingo, 5 de janeiro de 2014

A conquista de Strumburg, segundo o João Paulo

No tempo do Feudalismo, havia uma guerreira chamada Olga. Olga era búlgara, e vivia na cidade de Dubkee, governada por seu pai.
Certo dia, a cidade fora atacada pelas tropas da Ordem, originárias da cidade de Strumburg. Durante essa batalha, centenas de soldados foram mortos, dezenas de casas foram destruídas e o governador fora ferido, ao ponto de não ser capaz de governar a cidade. Olga tornou-se governadora da destruída Dubkee.
Olga tratou de ver como estavam as tropas. Apenas duas dúzias de arqueiros e de milícias restavam. A governadora decidiu reconstruir o seu exército com cidadãos da cidade.
Os edifícios foram reconstruídos, o exército foi recuperado e Olga estava pronta para partir com o seu exército para Sturmburg. Durante a longa caminhada pararam em Zlatograd, onde Olga comprou armaduras e armas mais eficazes. Todo o ouro foi gasto. Seria o tudo ou nada para Dubkee. Pararam também em Dobrov, uma das cidades mais próximas de Strumburg.
Finalmente, avistavam-se as muralhas de Strmburg. Estava na hora. Strumburg lançou os seus soldados, claramente mais fortes do que o exército de Olga. Mas Olga não iria cruzar os braços. Reuniu-se com o exército e usou a sua inteligência para delinear uma estratégia.
Os arqueiros – Olga também o era – ficariam atrás. De seguida, viria a segunda ordem de milícias, equipadas com armas para matar os espadachins de Strumburg. A primeira ordem de milícias possuía escudos contra as facas de arremesso e, como arma, um machado.
A estratégia de Olga  funcionou. Os soldados de Strumburg, aparentemente mais fortes, foram derrotados. Olga tinha conquistado uma das cidades mais poderosas da Ordem. Olga recuperou o seu exército e voltou para Dubkee, onde todos a receberam em festa. Mais tarde, uma estátua em sua honra foi construída.
 João Paulo

Um pequeno grande músico


Um pequeno rapaz, chamado Joel, era filho de uns pais muito pobres, mas que faziam de tudo para o bem-estar do filho.
Certo dia, Joel sentiu-se mal por saber que os pais trabalhavam até tarde e que ele não ajudava. Foi então que teve uma excelente ideia. Pegou no seu violino, comprado com as poupanças dos pais, e foi para a rua tocar.
Quando chegou à rua, tímido, com algum frio, abriu a sua caixa do violino, começando a tocar. Algumas pessoas passavam, dando dinheiro, outras limitavam-se a ouvir e algumas simplesmente ignoravam o rapaz.
Passada meia hora, o rapaz começava a perder aquele sorriso inicial. Começara a tremer com o frio, pois já estava a anoitecer. Foi então que decidiu tocar a última peça que tinha preparada, pensando «os meus pais vão ficar tão contentes com estes trocos».
A certa altura, um senhor, com bom aspeto, ao passar perto de Joel, pára, imóvel, e delicia-se com  a peça. Mal o artista terminou, o senhor, que escutava encantado, disse-lhe que era uma espécie de «caça-talentos», e que procurava um violinista. Também lhe perguntou se estava interessado em ser esse violinista. Joel respondeu de imediato que sim, sem pensar duas vezes. O senhor agradeceu e deu o cartão da sua agência de talentos ao rapaz, e pediu-lhe para mais tarde o contactar.
Mal Joel chegou a casa, contou as novidades aos pais, e estes ficaram boquiabertos e abraçaram-se entre si.

 
Maria Inês M

Texto sujeito a ligeiras alterações

Um sonho

                                           
         Era uma vez, num belíssimo dia de Primavera, duas raparigas chamadas Joana e Rita, ambas alunas do colégio interno de Santa Clara.
         Saíram à hora do almoço, e foram a um bar perto do colégio. Quando lá entraram, viram que estava toda a gente enfeitiçada. Assustaram-se… ainda tentaram sair a correr, mas a porta fechou-se. Não sabiam o que fazer…
         Olharam uma para a outra. Ainda tentaram falar, mas não conseguiram, pois o feiticeiro, o Peter Wilson, as amarrara numa corda, e com um pano à volta da boca de cada uma.
         Estavam agora em pleno Mundo ao Contrário: as pessoas andavam como se estivessem a fazer o pino, o céu estava no lugar da Terra e a Terra no lugar do céu.
         Sentiram-se presas, com necessidade de falar, mas não podiam. Tentaram-se libertar da corda, mas não conseguiram.     
         Quando, finalmente, a Joana deu por si com um xis ato na mão, rasgou a corda e conseguiram libertar-se, sem que ninguém desse por nada.
         Viram uma passagem ao longe… olharam uma para a outra e foram a correr.
         Quando passaram por ela, deram por si na sua cama, do dormitório do colégio, ou seja, no mundo normal.
         - Isto foi um sonho ou foi mesmo real? - perguntou a Rita.
         - Não sei, estou cansada, vou dormir, penso nisso amanhã – disse, esgotada, a Joana.
No dia seguinte, tiveram ambas uma conversa longa, mas ambas concluíram que o episódio tinha sido um sonho.

        

 
Inês V
Texto sujeito a ligeiras alterações

Uma aventura inesperada



Olhei pela janela. Estava a chover: Ouvia música na rádio enquanto estudava. Era um daqueles dias em que não me apetecia fazer nada! Os meus pais tinham saído, e eu tinha ficado sozinha em casa com o meu irmão. Claro que cada um foi para o seu quarto para não haver confusão.
Passado algum tempo, e já farta de estar enfiada no quarto a estudar, fui lá fora. De repente, vi uma luz muito forte ao longe. Ouvi uma voz, suave e calma, a chamar pelo meu nome. Arrastada pela curiosidade, fui ao encontro da luz. Era uma espécie de portal para outra dimensão.
-Fixe!- Pensei eu.
E, sem pensar em mais nada, entrei. Era um mundo completamente diferente, cheio de alegria, onde toda a gente ria e cantava. Viam-se crianças a dançar e adultos a rirem altíssimo! Mas, no meio daquela alegria, havia um rapaz que não estava nada feliz…
Fui ao encontro dele e conversámos durante algum tempo. Ele contou-me que tinha perdido a alegria quando se tinha zangado com o seu melhor amigo, havia muito tempo. Ficámos logo amigos e eu comprometi-me a ajudá-lo.

Fomos a casa do tal rapaz. Tínhamos andado imenso para lá chegar (e eu que não gosto nada de caminhadas). Valeu a pena, porque consegui convencê-los a fazerem as pazes. Ficámos em casa dele e a falar e a brincar: gostei muito da companhia e criámos, naquele dia, uma amizade inseparável.

De repente, ouvi uma voz e acordei. Estaria a sonhar ou será que tinha vivido mesmo aquela aventura? Isso não sei, mas sei que me diverti muito.
Jéssica

 

 

 

 

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Uma história de outono

                O outono é uma das estações do ano. É uma estação lindíssima. Algumas árvores, no outono, parecem fogueiras, pintadas meticulosamente numa paisagem cheia de cores. Outras parecem grandes corações vermelhos, outras ficam da cor do sol e outras ainda ficam de muitas cores, formando bosques que parecem saídos de contos de fadas.
                Foi num destes bosques que uma história de lealdade aconteceu.
                Era uma vez um caçador que todos os domingos ia à caça. Num domingo de outubro, foi à caça com os seus cães, o Pantufa e o Fiel.
                Depois de uma longa manhã de fracasso, o caçador, o Pantufa e o Fiel estavam exaustos. De repente, uma família de veados passou a correr e, de um momento para o outro, todos ganharam uma súbita energia. Apressado, o caçador mandou os cães atrás deles, pegou na sua arma e tentou prepará-la, mas foi tarde de mais. Chamou, então, os cães de volta. Ao contrário do Pantufa, o Fiel obedeceu. Apesar de ter chamado e procurado o Pantufa, durante mais de meia hora, ele não apareceu e, então, o caçador voltou para casa, pensando que este se tinha perdido. Mas não. Ele não se perdera. Enquanto que o caçador o chamava e o procurava, ele continuava atrás dos veados. Ia a correr com tanta velocidade, que nem reparou na armadilha deixada por outros caçadores e ficou preso, partindo a pata.
                Uma família que estava a acampar no mesmo bosque ouviu os ganidos, mas não ligaram. A menina mais nova da família continuou a ouvir os ganidos e foi ver qual era a fonte destes. Viu o Pantufa e foi chamar o pai. O Pantufa estava cheio de sangue e decidiram soltá-lo e levá-lo para a sua casa. Trataram dele e deram-lhe comida, casa, água, tudo. Passado algum tempo, recuperou e ficou “novo em folha”. Apesar de tudo, o cãozinho não estava feliz. Então, fugiu. Procurou e andou, até que encontrou a sua casa. O reencontro foi um momento muito feliz. O Pantufa lambeu o dono, até este ficar cheio de baba, de tanta alegria.
                Tudo voltou ao normal e, no domingo seguinte, foram à caça.

Matilde, 7º B
Texto sujeito a ligeiras alterações

«Por amor à música...», ou a história de Romeu e Julieta revista e atualizada pela Sofia


          Numa aldeia italiana desenrolou-se uma história que prova o que é o verdadeiro amor e a paixão pela música.
Julieta, filha dos Capuletos, era uma jovem elegante, que tinha olhos azuis.
Romeu era o filho mais velho do senhor Montecchio. Tinha os olhos castanhos escuros e era um rapaz esbelto. A sua profissão consistia em vender as pizzas que o pai fazia.
Um dia Julieta chegou a casa e deparou-se com um frigorífico enooooooooooorme, mas vazio! Então, decidiu encomendar uma pizza ao senhor Montecchio.
Quando Romeu tocou à campainha, apareceu Julieta, atrapalhada, explicando-lhe que sua mãe se dirigira ao multibanco mais próximo para levantar dinheiro.
Enquanto esperavam pela senhora Capuleto, falavam sobre os mais diversos assuntos: tempo, passatempos, interesses,... Depois de muito falarem, descobriram que tinham a mesma paixão: a música. Contudo, ambas as famílias sofriam de problemas financeiros, pelo que não podiam enviar os seus filhos para a escola de artes.
No fim de semana seguinte, encontraram-se à beira-mar, a fim de cantarem um dueto. Mal se ouviu a primeira nota, os seus corações bateram fortemente, devido ao amor que os tomou. Pela mesma rua, passou o dono da A.N.T. Farm, a escola de talentos dos seus sonhos. Este gostou muito do que ouviu, e, como dois dos seus artistas estavam afónicos, disse-lhes que teriam a oportunidade de frequentar a A.N.T. Farm. Após apresentarem os seus problemas, Zolten ofereceu-se para pagar os custos. Hoje em dia, ouvimos músicas que Romeu e Julieta compuseram ao longo da sua maravilhosa e longa carreira.
 
Sofia, 7ºB
Texto sujeito a ligeiras alterações

Uma mudança

Estava na praia com o meu melhor amigo. Estávamos a sair do mar, tínhamos apanhado umas belas ondas, pois acordámos muito cedo para ir para lá.
Quando estávamos a caminho da nossa casa de praia, eu preparava-me para contar ao Diogo, o meu melhor amigo, que, no dia seguinte, eu teria de ir para a Universidade, pois as férias estavam quase a acabar e a minha avó vinha buscar-me.
Chegámos a casa. Estava lá o meu avô, no seu armazém pequenino, na garagem. Estava a pintar e a arranjar pranchas, pois era o trabalho dele e do Diogo. De repente, batem à porta, O Diogo abriu e era a minha avó. Ele ficou muito surpreendido: afinal, ele não sabia o que ela estava lá a fazer. Ela era da cidade e nós das ilhas das Canárias. Ele não sabia bem onde ela morava, mas sabia que era de longe.
-Avó , vieste mais cedo?- perguntei eu .
Ela entrou e perguntou:
-Preferi vir mais cedo. Espero que não te importes. Tens as malas prontas?
-Desculpem interromper, mas... vocês estão a falar de quê?- perguntou ele com um ar estranho. Ninguém disse nada.
-Madalena, preciso de falar contigo. - disse o meu avô à minha avó.
Ela disse:
-Está bem, mas tem de ser rápido.
Enquanto isso, eu fui falar com o Diogo,
-O que se passa?- perguntou ele.
-Eu ainda não te tinha contado, mas era suposto eu ir amanhã para a cidade. A minha avó adiantou-se, veio hoje e eu não queria ir, mas acho que vai ter de ser ….
-Podias ter-me dito mais cedo. Mas tu sempre vais?- perguntou.
-Desculpa, mas vou ter que ir. Olha, eu vou só aproveitar as últimas ondas - disse-lhe eu.
Naquele instante, peguei na prancha e fui. O céu começou a ficar encoberto, mas eu ignorei. Veio uma onda gigante e eu caí. Quase me afoguei. O Diogo foi o mais rápido possível com a sua mota de água e conseguiu salvar-me.
Fiquei-lhe eternamente agradecida. Falei com a minha avó e disse ao meu avô que o meu destino era ali.
Sérgia, 7ºB
Texto sujeito a ligeiras alterações

A história de David e Golias recontada pelo Gonçalo


   Os filisteus vieram lutar contra Israel. Os três irmãos mais velhos de David estavam no exército de Saul.

   Chegando ao acampamento do exército, David correu até à linha de batalha para procurar seus irmãos. O gigante filisteu apareceu para zombar dos israelitas, e disse:

   -Escolham um homem para lutar comigo. Se vencer e me matar, seremos seus escravos, mas se eu vencer e o matar, vocês serão nossos escravos. Desafio-os a escolherem alguém para lutar comigo.

   David perguntou:

   - O que ganhará o homem que matar o filisteu e livrar Israel da vergonha?

   Os soldados disseram:

   - Saul dará ao homem muitas riquezas e a sua filha em casamento.

   Todos os israelitas estavam com medo de Golias. Este tinha cerca de três metros de altura. Alguns soldados foram contar ao rei que David queria lutar contra Golias, mas o rei respondeu que David não podia lutar contra ele, porque Golias tinha sido soldado a vida inteira e David era apenas um rapaz.

   O Rei acabou por deixá-lo ir.

   Mais tarde, David desceu a um riacho para apanhar cinco pedras lisas, que pôs na sua bolsa. Pegou na funda e foi ao encontro do gigante.

  Quando Golias viu David, quase não acreditou, pensando que era fácil matá-lo.

  De seguida, David correu para Golias, tirou uma pedra da sua bolsa, colocou-a na funda e atirou-a com toda a força. A pedra atingiu Golias na cabeça, e ele caiu morto. Vendo os filisteus que seu campeão havia caído, todos fugiram. Os israelitas correram atrás deles, vencendo a batalha.


Gonçalo, 7ºB

Texto sujeito a ligeiras alterações

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

O espantalho

 
Numa aldeia, vivia uma jovem muito altruísta, com o nome de Inês. Tinha uns lindos cabelos loiros, uns olhos castanhos e um grande sorriso que alegrava todos os que ali passavam. O verão estava cada vez mais próximo e faltava pouco para a colheita nos amplos relvados cheios de flores de mil e uma cores, passarinhos a chilrear, árvores com uns deliciosos frutos...
Certo dia, quando o sol se ergueu no céu, Inês acordou bem cedinho (como de costume), olhou pela janela, observou a sua linda paisagem, e reparou que... o seu espantalho Kiko estava muito triste. Então vestiu-se o mais rápido possível e foi ter com ele. O espantalho estava triste, sozinho... Inês perguntou-lhe:
-Kiko, porque estás assim tão triste?
E ele, choramingando, respondeu:
-Inês, estou assim, pois os meus amigos passarinhos têm medo de mim. Não sei se é dos meus farrapos, ou até... por a minha boca estar cozida com botões...
-Não te preocupes, eu irei ajudar-te, custe o que custar.
Logo de seguida, Inês foi procurar os pássaros.
Inês procurou, procurou em todos os cantos da aldeia e, felizmente, conseguiu encontrá-los. Estavam num ninho cheio de palha e folhas.
- Passarinhos, passarinhos, desçam, se não se importam, preciso de falar com vocês urgentemente.
Os passarinhos voaram até Inês.
-Peço desculpa por me intrometer nas vossas vidas, mas o meu amigo Kiko está muito triste, pois ele diz que vocês têm medo dele. Isso é verdade? - perguntou Inês.
-Querida menina, sim, é verdade, pois eu tenho medo dos sons emitidos pelos guizos. Os guizos espantam todos os animais que ali habitam- respondeu um dos passarinhos.
-Então se é só isso, eu vou dizer-lhe para os retirar. Fui eu que lhos ofereci, pois normalmente os espantalhos costumam usar algo que faça barulho.
-Obrigado, agradecemos-te-te imenso e desculpa por aquilo dos guizos. Agora já iremos poder voltar a brincar, correr, saltar... juntos.
-De nada!
 
Ana Catarina, 7ºB

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Férias de Natal


Era dia 24 de dezembro, um dia chuvoso e nublado. Estava meio constipada, por isso não podia sair de casa. Sentia-me como uma princesa fechada na sua torre sem saída. Estava muito aborrecida, sem nada para fazer. Depois pensei: “Estou sozinha em casa! Posso fazer o que quiser!”. Sentei-me no sofá, a comer cereais com leite a manhã toda. Tinha-me lembrado do que a minha mãe me dissera: “Vou ter de sair, volto daqui a algumas horas. Arruma o teu quarto. Quando chegar, quero vê-lo!” Mas não me importara, e continuei a ver televisão. Ouvi a porta a bater. Desliguei a TV rapidamente, fui à cozinha pousar a taça com cereais. Mas era só uma encomenda que a minha mãe tinha feito. Uma caixa enorme. “O que terá lá dentro?” pensei eu. Liguei para a minha mãe para lhe perguntar o que era, mas tinha o telefone desligado. Perguntei a mim mesma se podia abrir a caixa, mas, mal pensava nisso, imaginava a minha mãe aborrecida. Achei que o melhor era esperar que ela chegasse. Voltei para a televisão, mas não conseguia parar de pensar no que estaria naquela enorme caixa: seria alguma coisa para mim? se calhar era uma TV para o meu quarto. Mas aquela caixa era demasiado grande para ter apenas uma televisão! Fui para o meu quarto vestir-me. Entretanto, ouvi a porta. Era a minha irmã Luísa que me ia levar a almoçar fora. Quando cheguei a casa eram quase horas de jantar. Fui à cozinha e estava lá a minha mãe a fazer o jantar. Perguntei-lhe o que estava naquela caixa, e ela disse-me que era surpresa. No dia seguinte, de manhã, fui acordar os meus irmãos para irmos à sala ver se havia presentes debaixo da árvore, e lá estava a tal enorme caixa. Fui ver para quem era, olhei para a etiqueta, e era para mim. Abri rapidamente, e era uma coisa que já me tinha esquecido que estava sempre a pedir a minha mãe há muito tempo: uma bicicleta!

Maria Leonor 7ºB
Texto sujeito a ligeiras alterações

 


 




sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

A vida no mar


                Era uma vez uma sereia chamada Alice que vivia no mar, juntamente com outras sereias e vários tipos de peixes.
                Era loira e tinha olhos azuis, uma barbatana lilás e um corpo bastante magro. Adorava as aulas de equitação, pois tinha como, animal preferido, o cavalo marinho.
                Passava os dias na Universidade, de que ela até gostava, tirando o facto de achar as aulas de Matemática uma perda de tempo. Estava no último ano do curso de música, queria ser cantora, mas também adorava tocar violino.
                Quando chegou a casa, ouviu o pai a reclamar com o irmão, pois ele estava sempre, sempre, sempre, a fazer asneiras.
                Ligou a televisão e estava a dar um filme de ficção em que, para além do mar, existiam outros seres, outras formas de vida… Até achou alguma piada, mas tinha a certeza que era ficção, pois a professora de Ciências tinha explicado que o Oceano era a única coisa do Mundo, que era infinito e que as sereias e os peixes eram os únicos seres vivos.
                Quando foi dormir, começou a sonhar que tinha ido à superfície do mar e que tinha visto terra. Nadou até lá, e encontrou um pescador que lhe perguntou quem era. Ele ficou surpreendido, embora feliz ao mesmo tempo, e convidou-a para ir beber um café a casa dele…
                De repente, ouviu o pai a dizer “Para!” ao seu irmão e acordou do sonho. Estava a adorar o sonho, tão surreal…
 
Ana Filipa, 7ºB

domingo, 17 de novembro de 2013

TPC

Na última aula, todos os alunos escreveram uma sequência descritiva ordenada, e que contivesse sensações de vários tipos. Tratava-se de completar um texto de O último Grimm, de Álvaro Magalhães. O trabalho da Matilde obedece a essas instruções. Ora vejam:
«Quando saíram do carro, William viu o seu jardim extenso, com erva molhada e verdinha. Sentiu o cheiro de relva acabada de cortar. Viu também, à esquerda, à beira do portão, dois arbustos cheias de cheirosas flores vermelhas. Ouviu os passarinhos a cantar e o Bunny, o cão, a ladrar. Era o sítio perfeito para procurarem a pedra da sorte.»
 
Indica e identifica as sensações presentes no texto da tua colega.