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sexta-feira, 28 de março de 2014

O que mais impressionou a Ana Filipa, em "O pianista"


            Wladyslaw Szpilman era um pianista muito famoso que trabalhavam na rádio polaca. Vivia com a sua família: pais, irmãs e irmão, em Varsóvia.

            Por ser judeu, foi obrigado a ir para uma cidade onde só podiam morar judeus e estava separada do resto da cidade por um muro: o gueto.

            Os momentos que me impressionaram mais foram quando os guardas alemães trataram mal os judeus, obrigando-os a trabalhar, e quando os matavam,por não precisarem mais deles.

            Também fiquei impressionada quando os guardas alemães destruíram o muro e mataram os judeus que estavam para lá do muro.

            Mas, no final, o pianista voltou a Varsóvia e voltou a ser um grande pianista, embora a sua família e algums amigos tivessem morrido.

Ana Filipa

quarta-feira, 26 de março de 2014

Uma visão de "O pianista", pela Camila

No filme «O Pianista»,Wladek Szpilman vê a sua vida em risco quando a Segunda Guerra Mundial começa. Wladek e a sua família são transportados até um campo de trabalho com o objetivo de extermínio. Mas a cena do filme que mais me impressionou foi quando o judeu-polonês foi salvo por um capitão alemão que o tinha encontrado escondido no sótão de uma casa fugindo dos alemães e que se comoveu quando o ouviu tocar piano. A partir daí, o capitão salva a vida de Wladek, dando-lhe comida regularmente e mantendo-o em segurança. No início ele não sabia como agradecer-lhe pela ajuda, mas, quando os alemães foram capturados, Wladek descobre que o capitão lhe tinha pedido de ajuda para o libertarem. Este já se tinha ido embora sem deixar rasto e, quando o pianista chega, é tarde demais.
 
Camila
(texto editado)
 

terça-feira, 18 de março de 2014

"O pianista", segundo o Afonso


Um dia, em tempo de neve, o pianista estava no sótão de uma casa abandonada.
  Ele estava a ouvir um tiroteio. Com curiosidade, perguntou ao comandante dos alemães, que o tinha ajudado nos últimos dias:
- Que tiros são estes?
- Os russos estão a tentar invadir-nos. - respondeu o comandante, que tinha acabado de lhe dar pão e compota. O pianista subiu e começou a comer como se não houvesse amanhã.
   Quando o comandante lá voltou, disse-lhe que estavam a retirar-se, pois os russos estavam quase a chegar. Já de saída, perguntou ao pianista:
- O que vai fazer quando isto tudo terminar?
- Vou voltar a tocar piano, na rádio. – respondeu ele, sem pensar duas vezes.
   Quando todos se tinham ido embora, uma música começou a entrar pelas janelas e como obvio foi ver o que se passava, foi ai que viu que eram polacos ( ele também era polaco) desceu as escadas a correr e foi ter ao encontro deles, mas uma coisa má aconteceu, no dia anterior o comandante tinha-lhe oferecido um casaco alemão e então mal os polacos viram-no, gritaram logo:
-Alemão, alemão!
   Os guardas quando ouviram dispararam logo, no entanto, o pianista começou a fugir e ao mesmo tempo, a gritar:
-Sou polaco, sou polaco!
   Mas eles ignoraram, até que viram que era mesmo polaco.
 
Afonso
(Texto editado)

"O pinaista" visto pela Mariana


Este filme é baseado numa história verídica, a qual relata a vida sofrida de Wladyslaw Szpilman.
Do que mais gostei neste filme foi do gesto de bondade do comandante, pois, quando destruíram o hospital, para o qual eram levados os soldados alemães feridos, o capitão dos nazis fez uma vistoria onde encontrou Szpilman e perguntou-lhe se ele era judeu e o que fazia antes de ser enviado para ali. Szpilman respondeu que era pianista.
O comandante pediu-lhe que tocasse uma música, mas ele hesitou, embora acabasse por lhe fazer a vontade. Após o comandante o ter ouvido, ficou bastante sensibilizado. A partir daí, sempre que podia levava-lhe comida, mas às escondidas dos colegas do exército.
Quando tiveram de abandonar o bairro, o comandante deu-lhe o seu casaco, para que ele não tivesse frio e disse-lhe que iria estar atento à rádio onde Szpilman tocava, para o poder ouvir.
Mariana
(Texto editado)

terça-feira, 11 de março de 2014

"O pianista": a apreciação da Ana Sofia


O episódio do filme de que eu mais gostei foi quando o pianista consegue livrar-se de ir com os outros judeus para os campos de concentração, por isso é obrigado a refugiar-se em vários prédios abandonados pela cidade, para conseguir sobreviver, até que a guerra acabe.
 Mas ele acaba por ser descoberto por um oficial alemão que conversa com ele e  lhe pergunta a profissão. Szpilman respondeu que era pianista, por isso o alemão pediu-lhe para tocar no piano que havia naquele prédio abandonado. Ele ficou impressionado com o talento do pianista, e depois daquele dia, o alemão, sempre que pudesse, ajudava-o, levando-lhe comida e até o seu casaco, para se agasalhar. Mas, quando a guerra acabou, alguns dos alemães (entre eles o que o ajudou) foram presos pelas forças aliadas e o oficial é morto. O pianista ainda o procurou para lhe agradecer o que tinha feito mas não o chega a encontrar.
Ana Sofia
(Texto editado)

"O pianista", de acordo com a Íris


O início do pesadelo

Era o dia 1 de setembro de 1939. Tocava eu piano na estação de rádio, quando, de repente, ouço um estrondo. Continuo a tocar: não quero parar enquanto não acabar, pois acho que é um desrespeito perante os ouvintes. Até que a rádio também é bombardeada.
Saio e, no meio da confusão, chego a casa. Encontro a minha família a fazer as malas. Entretanto, o meu irmão está a tentar sintonizar uma estação de rádio, para saber o que se passava. Até que ouvimos que a França e a Inglaterra declararam guerra à Alemanha. Aí, ficámos contentes e festejámos com um manjar.
A  nossa vida começa a ter algumas alterações, como, por exemplo  deixámos de poder frequentar alguns cafés, não podíamos ir ao parque, nem andar no passeio, e obrigaram-nos a usar uma faixa branca no braço com a estrela de David.
A minha mãe chorava todas as noites, pois não tinha dinheiro para nos dar de comer.
O futuro parecia negro!


Íris
(Texto editado. Imagem retirada de http://artecinemaarte.blogspot.pt/2013/08/os-5-melhores-filmes-de-roman-polanski.html)

domingo, 12 de janeiro de 2014

A lenda de sir Anthony

Era uma vez, há muito tempo atrás, um rapaz chamado Anthony. O Anthony queria ser guerreiro, por isso tirou o curso de Física Quântica.

                Depois de tirar o seu curso, foi ter com um mago e disse-lhe:

                - Senhor mago, já tirei o meu curso. Agora como posso ser guerreiro?

                - Vou transportar-te para uma terra longínqua. A Terra dos Guerreiros. Aí poderás aprender a ser guerreiro.

                Assim que chegou à Terra dos Guerreiros, foi apanhado num tiroteiro e levou um tiro no coração. Porém, na Terra dos Guerreiros, é quase impossível morrer  e, mesmo se morrermos, vamos para o Hospital da Ressuscitação. Mas, continuando com a história, levaram o nosso guerreiro para lá, onde ele ressuscitou. Final feliz? Nem por isso. Logo que saiu do Hospital foi atropelado... por um tanque!

                O coitado foi levado novamente para o Hospital, onde voltaram a ressuscitá-lo.

                Quando saiu do Hospital, viu um tanque e desviou-se, mas não reparou no pterodáctilo que vinha num voo a pique para o apanhar (na Terra dos Guerreiros vê-se de tudo, mesmo que esteja extinto).

                Bom, eventualmente lá foi largado pelo pterodáctilo e, quando estava super-concentrado, vocês, meus amigos leitores, nem sabem o que aconteceu. Tropeçou numa pedra e partiu o nariz.

                Chamou o mágico e disse-lhe:

                - Eu desisto: isto é tudo muito díficil.

                - É assim que vai terminar? A ti próprio humilhar?

                - Sabe que mais? Arroz com pardais!

                E assim acabou a demanda de Anthony.
 
Frederico, 7ºA
(texto sujeito a ligeiras alterações)

O acidente


 
Hoje estava um lindo dia de sol para ir passear até ao centro da cidade.
À tarde, eu, a minha mãe, e o meu irmão fomos caminhar. Na volta, depois de eu ter ido com o meu irmão a vários parques infantis, fomos visitar a minha avó.
Após ter saído da casa dela, íamos para atravessar a passadeira, quando eu gritei:
- Cuidado, não podemos atravessar! O carro da frente já nos viu e vai parar, mas o carro que vem lá atrás, vem com tanta velocidade que, de certeza, não vai parar!
E foi o que aconteceu:
Nós não atravessámos e o carro da frente foi empurrado para a passadeira, com o embate do carro de trás.
Por isso, temos de estar muito atentos quando vamos atravessar uma passadeira. Não devemos só olhar para o carro da frente, mas também para o que vem atrás, pois o condutor pode estar distraído, não conseguir parar, e se nós tivéssemos passado, podíamos ter-nos magoado.
Felizmente, chegámos bem a casa.

 Ana Sofia

sábado, 11 de janeiro de 2014

Tiago, o herói!



Tudo isto começou numa floresta tropical deserta, onde, há 10 anos, um avião se despenhou. Todos os passageiros morreram, apenas sobreviveu uma criança chamada Tiago, com 5 anos.
Tiago sentia-se perdido, pois não conhecia nada. Começou por ver golfinhos, aves exóticas, macacos, entre outros animais. Sentia-se assustado, pois não sabia o que era aquilo, ou se lhe podiam fazer mal.
Começou por pedir ajuda, mas, como não havia humanos, ninguém o ouviu. Começou a ficar com sede. Deitou-se desesperado e pensou para si:
- Onde é que eu vou arranjar água?
Olhou para cima, viu uma palmeira com cocos e lembrou-se que a mãe lhe tinha dito que os cocos têm água. O seu instinto foi trepar à árvore, mas, mal começou, caiu logo. Um macaco que estava em cima da palmeira, ao ver o seu esforço, decidiu atirar-lhe com um. Ao ver que o coco tinha caído e achando que tinha sido ele, Tiago ficou todo contente, pensando que era muito forte, mas apercebendo-se de que não o era quando o tentou abrir.
Começou a habituar-se àquele ritmo. Todavia, ainda não tinha percebido como tinha ido lá parar.
 Começou a fazer amizades com os animais, conseguindo comunicar com eles.
   Passados 8 anos, Tiago já estava tão à vontade com aquele modo de vida, que viver com aqueles animais era normalíssimo.
   Certo dia, Tiago estava a descansar. De repente, ouviu um barulho assustador. Era um helicóptero com exploradores que andavam pelas florestas tropicais em busca de espécies desconhecidas, os quais, apercebendo-se da existência de uma vida humana, resolveram descer. O helicóptero aterrou mesmo perto de Tiago.
   Os exploradores, apercebendo-se da situação pela qual Tiago tinha passado, resolveram levá-lo para o meio dos humanos. Tiago não sabia falar, tinha comportamentos inadequados, tudo era excessivamente confuso.
Cada vez que saía à rua, embora sempre acompanhado, as pessoas tinham medo dele, pois tinha atitudes animalescas, gritava muito e tinha um andar estranho.
Até que um dia resolveu sair à rua sozinho, pois queria explorar tudo o que o rodeava. De repente, deparou-se com um assaltante que tinha entrado num banco fortemente armado. Como Tiago não sabia para que tudo aquilo servia, atirou-se para cima do assaltante, desarmando-o e agarrando-o com toda a sua força. Quando a polícia chegou, todas as pessoas envolvidas bateram muitas palmas a Tiago, gritando “É UM HERÓI, É UM HERÓI”
A partir daquele dia, Tiago passou a ter ajuda.
E rapidamente se adaptou à vida humana, nunca mais sendo esquecido como “TIAGO, O HERÓI”
Mariana
(Texto sujeito a ligeiras alterações)
 

           

 

           

 

Herói por um dia




Era uma vez um rapaz chamado Diogo que sonhava todos os dias em ser herói. Ele gostava de ler livros de heróis que salvavam o mundo de monstros estranhos e nunca vistos.
Então, certo dia, a professora do Diogo mandou fazer um trabalho: ler um livro à escolha. Aí, o rapaz decidiu ler um livro de banda desenhada onde se falava de heróis e heroínas que salvavam o mundo e muito mais…
Ao chegar a casa, deitou-se na sua cama fofinha. Começou a ler e nunca mais parou. Entusiasmado, o rapaz ficou a noite toda a ler e a ler… Cansado, acabou por adormecer num sono pesado e começou a sonhar com o mundo da fantasia onde tudo, mas mesmo tudo, era perfeito. Imaginou-se lá, vestido com um fato vermelho que dizia “Herói”. Orgulhoso de si mesmo, inspirou e disse:
- Estou aqui para ajudar todas as pessoas que precisam!
Mal acabou a sua frase, ouviu uma rapariga gritar.
- Aaaaaahhhh! - gritava a rapariga, muito aflita - Ajudem-me, um dinossauro persegue-me!
O rapaz, todo contente porque ia ter a sua primeira aventura, começou a correr e foi ajudar a rapariga. Saltou e colou-se à parede (“Não sei bem como”, pensou ele). Continuou correndo e correndo pelo prédio acima, e só descansaria quando lá chegasse.
Lá conseguiu chegar ao topo do prédio. Vendo a rapariga aflita, correu… e depois disso só se viu o dinossauro caído no chão, sem poder fazer nada. O rapaz ficou orgulhoso por ter conseguido salvar a rapariga, que entregou aos seus pais. A rapariga disse-lhe em voz baixinha:
- Chamo-me Catarina e tu és o meu herói. Obrigada.
Só lhe deu tempo para dizer cinco simples palavras
- De nada, tenho de ir.
E assim acordou do seu sono profundo, ficando muito feliz por ter conseguido realizar o seu sonho.



Maria João

domingo, 5 de janeiro de 2014

O rapaz do tempo



Acordei de manhã com preguiça de ir para a escola e a primeira ideia que me veio à cabeça foi…

- Mãe, estou mal disposta… acho que tenho febre - disse eu.

- Vamos medir a febre - disse-me ela.

    Foi buscar o termómetro, mas fiquei atrapalhada! Como me fui esquecer desse pormenor? Nesse momento, lembrei-me de dizer à minha mãe que não tinha preparado a mochila, então pedi-lho… enquanto me fazia esse favor, aproveitei para aquecer o termómetro com o isqueiro que ela tinha deixado em cima da mesa da cozinha… Ela foi mais rápida do que eu pensava e, nisto, apanhou-me e obrigou-me a ir para a escola.

Cheguei à escola aborrecida e, na aula de Matemática, tudo me estava a correr mal. As contas de multiplicar pareciam as de dividir, as de somar pareciam de subtrair… estava tão mal disposta que acabei por me zangar com a minha melhor amiga, a Maria… fui comer sozinha, passei a tarde sozinha e cheguei a casa muito arreliada. Disse ”boa tarde” ao meu pai e ele, zangado por ter sabido o que tinha acontecido, disse:

- Boa tarde… vai para o teu quarto estudar!

Chorei tanto que desejei que aquele dia nunca tivesse acontecido e, nesse instante, de debaixo da minha cama, saiu uma formiga que, de repente, se transformou num rapaz alto e bem constituído. Não podia acreditar no que estava a acontecer. Estava a sentir-me mal e acabei por desmaiar. Acordei de manhã!

Era como se aquele dia nunca tivesse acontecido.

Acordei mal disposta, mas não fiz nada de mal! Fui tomar o pequeno-almoço, a minha mãe acompanhou-me e levou-me à escola.

A aula de matemática nunca tinha corrido melhor! Não confundi contas nenhumas! E eu e a Maria estávamos mesmo bem.

Cheguei a casa, e o meu pai disse:

- Boa tarde, filha!- E eu:

- Boa tarde, pai!- Dirigi-me para o quarto e apareceu o rapaz que salvou o meu dia e disse:

- Isto que te tenha servido de exemplo!

Deixei de o ver e fiz um sorriso pensativo… percebi a mensagem!

 
Francisca
Texto sujeito a ligeiras alterações

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

O comboio fantasma



Três irmãos, a Ana, o David e o Júlio foram acampar com a sua prima Zé. Ela era meia maria rapaz, porque tinha o cabelo curto aos caracóis. Não queria ser reconhecida como uma rapariga. A Ana era a mais nova. Tinha dez anos e o cabelo era do mais claro que havia. O David tinha onze anos e o seu cabelo era castanho claro. O Júlio era o mais velho e tinha o cabelo loirao, mas não tão claro como o da Ana.
Foram os quatro e mais o cão da Zé, o Tim, acampar para uma charneca solitária com o velho professor Luffy.
E, num quente dia de verão, lá foram eles de carro, sempre aos trambolhões por causa da estrada. Quando chegaram, montaram as suas tendas, uma para o Júlio e para o David e outra para a Ana, a Zé e o Tim. O senhor Luffy montou a sua tenda um pouco afastada das tendas das crianças, porque pensou que elas quisessem fazer as suas coisas sem ter a companhia dele.
Quando acabaram, começaram a lanchar. Tinham tomate, bacon, sandes mistas e, para sobremesa, chocolate.
Depois de lancharem, as crianças disseram ao senhor Luffy que iriam passear pela charneca. O senhor Luffy concordou, mas disse que iria ficar por ali porque estava cansado da viagem.
As crianças passearam durante meia hora, até que encontraram um túnel onde, antigamente, passavam comboios. Decidiram descer a encosta e conversar com um senhor de perna de pau que lá estava a andar às voltas. Quando o Júlio lhe tocou no braço, ele deu um grito e virou-se para trás com uma expressão zangada. O homem disse para eles nunca se aproximarem daquele túnel porque era muito perigoso, pois de noite apareciam comboios sem luz nem condutor e que depois se desvaneciam no ar. As crianças, mesmo assim, foram para o túnel investigar. Era muito escuro, por isso o Júlio e a Zé acenderam as suas lanternas. De repente apareceu um homem baixo com os seus capangas, que pareciam muito fortes. Eles agarraram-nos a todos e prenderam-nos numa gruta.
O senhor Luffy já estava a ficar preocupado, então foi com o seu carro até à polícia e contou tudo o que sabia. A polícia procurou as crianças e o cão. Encontrou-os a todos e também prendeu os maus. As crianças perceberam, finalmente, para que serviam os combóis. Serviam para transportar mercadoria para o mercado negro.
 
Teresa, 7ºA
Texto sujeito a ligeiras alterações

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Jerenimo, o Mulariano


Tudo aconteceu num planeta muito distante, de outra galáxia. Era um planeta com uma cor roxa, como a Terra com a sua cor azul! Era muito calmo e chamava-se Mularis.

Todos os Mularianos  ( os habitantes de Mularis) eram espertos, calmos e muito amigos uns dos outros. Mas isso era o que todos pensavam antes de conhecerem o Jeremino.

Jeremino era o tipo de pessoa de que nenhum professor Mulariano gostava. Não fazia os trabalhos de casa, não estudava, estava desatento nas aulas… No recreio, não era melhor. Dava pontapés aos colegas, atirava-lhes pedras, bolas e, às vezes, terra.

Ninguém, na escola, gostava dele. E, por isso, gozavam-no:

- Olha o cabeça de elefante! – Dizia o Austromim sempre que o via – e só por ele ter uma cabeça ligeiramente maior do que o normal.

- Ó pescoço de girafa, anda cá! – Diziam os irmãos Fulize, por ele ter um pescoço comprido.

Ainda havia mais insultos, mas Jeremino ignorava-os a todos. Apenas as raparigas não o insultavam, mas só por terem medo dele.

Já em casa, a sua vida não estava melhor. O pai estava separado da mãe, mas a sua nova esposa era tão má para Jeremino, que este não a suportava. Em relação à mãe, a situação não estava melhor. Estava doente. Tinha Lirílis, uma doença que afetava todo o corpo. Jeremino , apesar da pessoa que era, amava-a muito e tinha a certeza de que, se algo pior lhe acontecesse, iria ficar louco.

No ano de 3112, numa consulta com o médico da mãe, o doutor Rosnácio disse que já sabia quanto tempo a senhora iria viver mais:

- Sra. Mulis, lamento informá-la que apenas lhe restam doze meses de vida!

- Eu compreendo, Sr. Doutor- confirmou D. Mulis, com uma voz trémula.

E assim aconteceu, ficando Jeremino sem ninguém para tomar conta dele. O pai estava a pensar colocá-lo num colégio interno, para não ter que ficar com ele.

Num dia em que o tempo estava muito estranho, também a esposa do pai ficou muito estranha. De repente, quis ficar com o rapaz. Fez o máximo de esforço para convencer o marido:

-Porque não ficamos com o Jeremino, Asvaldo? - perguntou a senhora, já cansada de pedir.

-Pronto, Cornélia, só para te deixar feliz – desistiu Asvaldo- ficamos com ele!

Quando o menino chegou a casa do pai e da nova familiar (a madrasta), foi muito bem recebido. A senhora fez os possíveis para remediar o que tinha feito ao longo dos anos.

Com o tempo, Cornélia e Jeremino tornaram-se nos melhores amigos, ou como o rapaz gostava de dizer, “BFF” (Best Friends Forever, ou seja: melhores amigos para sempre).

Ajudavam-se mutuamente, e Jeremino passou a ser o melhor aluno da turma e a ter muitos e bons amigos.
(Laura, 7ºA)
Texto com ligeiras alterações

O herói desastrado


O André é um desastrado! No mês passado, na escola, estávamos em Educação Física, e o André queria impressionar a Ana. Claro que deu asneira. Ele pegou nos pesos de musculação mais pesados, mas, como não era muito forte… PUM! Deixou cair os pesos mesmo em cima do pé da Ana! Coitada. Desatou a chorar porque ficou com o pé partido. O André, muito envergonhado, pediu desculpa e tentou ajudá-la, mas o professor de Educação Física não deixou, porque tinha medo de piorar a situação.

No dia seguinte, à hora do almoço, a Ana foi sentar-se na mesa da cantina, enquanto as amigas iam buscar os tabuleiros da cantina, nomeadamente o dela, porque estava de muletas. Enquanto as amigas tratavam da comida, o André e os amigos chegaram. “Já vai fazer asneiras!” pensou a Ana ao vê-los. Logo que o André viu a Ana sentada e as amigas com os tabuleiros na mão, pensou: “É uma boa altura para a Ana ver que não sou tão desastrado como todos pensam!”. E começou a correr em direção às amigas. O André, quase sem fôlego, pediu à Raquel, que era a melhor amiga da Ana, para lhe levar o tabuleiro. “Não sei se é uma boa ideia” respondeu ela. Mas, como tinha pena do André, deixou. Estava tudo a correr bem, até que o André tropeçou e o tabuleiro caiu em cima da roupa da Ana! O André só piorava a situação. Cada vez a Ana se afastava mais dele para não haver problemas.

          Passado uma semana, houve uma tragédia. Estava um homem armado no interior da escola! Parecia meio perdido, como se não soubesse o que fazer. Mas, com medo de que ele nos fizesse mal, escondemo-nos. No entanto, alguém tinha de ser corajoso. Era óbvio que o André tinha pensado nisso, mas sabia que era desastrado e que alguma coisa ia correr mal!... Passado algum tempo, o André quis arriscar. Não sei como, mas ele disse umas quantas coisas que fizeram o assaltante ir embora, envergonhado. O André foi um herói! Ninguém acreditava no que tinha acabado de acontecer!

Apesar de ter sido um herói, o André continua a ser desastrado, mas é um grande amigo da Ana.
(Inês, 7ºA)

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

A rua da Leonor

A Leonor escreve muito, muito bem, por isso lhe pedi para partilhar connosco um  texto onde descreve a sua rua. Reparem nas sensações visuais ("A minha rua é a subir e ao longo dessa subida estendem-se muitas lojas de roupa, de comida..."), olfativas ("um cheiro a fumo"), auditivas ("(...) o som de carros, crianças e adultos, a tossir e a fungar..."), de movimento "(...) autocarros (...) Há muito movimento (...)") e até táteis, que não são nada evidentes ("ásperas").
 
«A minha rua é a subir e ao longo dessa subida estendem-se muitas lojas de roupa, de comida... Sente-se um cheiro a fumo deixado pelos autocarros que por lá passam, as portas das casas são brancas e ásperas. Há muito movimento nessa rua. Infelizmente, as pessoas andam sempre stressadas e carrancudas. Ouve-se o som de carros, crianças e adultos, a tossir e a fungar... É inverno, andam muitas pessoas constipadas... No verão as pedras do chão absorvem o calor do dia, e à noite libertam esse calor, deixando uma temperatura agradável no ar.»

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Trabalho do grupo 1 (7ºA)



Na gruta de Belém,
A Virgem Maria deu à luz.
O Salvador da Terra Santa
O Menino Jesus.
 
Na noite de Natal
Os três Reis Magos seguiram a estrela polar
Chegaram ao estábulo.
 Para o menino adorar.
 
 
 
(Texto de João Luís, Francisca, Leonor e Rui, imagem retirada de http://gadal-catharisme.org/gruta-belem_8_70_po.htm)